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17 março 2020

Os modernos sacos da Casa Joel


A Casa do Joel, de Joel da Cruz Perdigão, inaugurada em 14/1/1951, ficava em Brejos de Azeitão e vendia de tudo um pouco.
Depois de 1974 começou só a vender roupa e foi nessa altura que foram encomendados 25.000 sacos para a loja, 15.000 com asas e os restantes sem estas pegas maiores.

Em 1981 a mercearia deu lugar a duas lojas, uma de roupa e outra de calçado, encerradas em 2.000 por reforma do proprietário.






Miguel Perdigão 9º F

01 maio 2017

Maio de 68




Um postal editado em 1988 pelo bar “Fora de Moda”, de Setúbal,  alusivo aos vinte anos do Maio de 68.

16 outubro 2012

É um telefone,pá.


Estou de novo órfão de alunos de 9º, como já me aconteceu aqui.
Volto a contar com o arquivo de fotos que os antigos alunos foram deixando, com a sua generosidade e entusiasmo em relação aos quais espero estar à altura. Um grande, grande obrigado.
Ps -  esta imagem é a resposta a um aluno que muito admirado com o facto de não existirem telemóveis quando eu  comecei a dar aulas, me perguntou incrédulo “…então mas como é que se fazia?”
Até breve.

26 abril 2012

Abril bem guardado e em boas mãos


                                                                                            (clicar nas imagens para ampliar)



Abril foi também os desenhos nas paredes desta escola, fotografada em 1980.
Neste artigo escrito no jornal “O Setubalense” datado de 1993, pode a dada altura ler-se o seguinte:
“Na escola velha apenas restam desenhos deles, ainda visíveis na pedra da escadaria da entrada. Nada os pode apagar. Quando um dia o edifício for demolido, as histórias continuarão dentro deles, vivas e gravadas na memória, como no primeiro dia em que as viveram. Nada as poderá destruir.”
A escola a que se refere a imagem e o artigo é a escola primária do Bairro Salgado em Setúbal, entretanto demolida.


16 janeiro 2012

O Bairro do Fim do Mundo

                                                                                                 fotografia de Ricardo Macedo


Esta fotografia foi tirada pelo engenheiro Ricardo Macedo no Bairro do Fim do Mundo, no início da década de 80.
O excerto que se segue é de uma notícia do jornal Público de 10/6/2009:
«A Câmara Municipal de Cascais demoliu ontem as últimas barracas do Bairro do Fim do Mundo, na freguesia do Estoril, onde chegaram a morar mais de 600 pessoas. A demolição, que gerou o protesto de alguns moradores, vai permitir a renaturalização deste espaço da Reserva Ecológica Nacional.
Em comunicado, a autarquia sublinhou ter criado "as condições necessárias para erradicar este foco de pobreza e degradação", que surgiu no fim da década de 1970 e teve "uma franca expansão" na década seguinte. Segundo um recenseamento realizado em 1993, o Bairro do Fim do Mundo tinha na altura 141 barracas, nas quais moravam 619 pessoas de 278 agregados familiares.(…)»

28 fevereiro 2011

"...sob a direcção da classe operária"


Sorrio ao olhar para esta minha fotografia tirada na escadaria da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa nos idos 1980 ou 81 – sou o estudante lá atrás com um cabelo que parece um cocker.
Encontrei uma igual num blogue criado especialmente por ocasião de um jantar comemorativo dos 25 anos dos finalistas do curso de História de 1982 - http://passado-passado.blogspot.com/
Seis ou sete anos depois da revolução de 1974 ainda se podia ler numa das paredes: “Estudantes ao lado do Povo sob a direcção da classe operária”.
As coisas mudaram um pouco, não?

29 abril 2010

Um vendaval de liberdades e dúvidas...



Estes miúdos teriam à volta de seis anos em 1974. Esta fotografia data de 1980 e a escola (do Bairro Salgado em Setúbal) onde tiraram a fotografia já não existe.
Entraram para a 1ª classe numa altura em que pelos corredores a cheirar a cera e a giz corria um vendaval de liberdades e dúvidas. Eles parecem descontraídos e felizes. Talvez tenham boas razões para isso.

jmv