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11 janeiro 2017

Coisas simples e fantásticas... 🎲



Este pequeno objeto, um brinquedo adquirido nas feiras nos anos 60 e que ainda conservo, consiste numa pequena base circular com duas balizas em metal e uma bola. Fazia as delícias da pequenada, dando origem a épicas brigas pela sua posse durante as viagens de carro. 

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23 novembro 2014

18 novembro 2014

Uma aventura em Tróia nos anos 30


 Esta fotografia, gentilmente cedida pela professora Marina Ferreira, é tão bonita que temos dificuldade em falar dela sem a estragar. Fica entregue ao olhar cuidadoso dos nossos visitantes.



Foi tirada em Tróia nos anos 30, podendo ver-se a então ainda ponte em madeira. Socorremo-nos do precioso arquivo de Américo Ribeiro onde fomos encontrar uma fotografia mais panorâmica da dita ponte e do barco que fazia a travessia desde Setúbal. Uma aventura…

12 março 2012

Sem televisão...



Estamos perante uma fotografia tirada no dia 10 de Agosto de 1963, numa casa em Luanda, terra natal da minha família paterna e país muito quente. Dois triciclos e três crianças, o meu tio (à esquerda), o meu pai (ao centro) e a minha tia mais velha (à direita). «Não existia televisão nem nada de tecnologias avançadas», recorda o meu pai ao olhar sorrindo para este momento. Em segundo plano, podemos observar um antigo rádio. Pousadas em cima da pequena mesa, encontram-se os retratos dos avós paternos do meu pai, meus bisavós.
Eras mesmo pequenino, papá.

Camila Freitas, nº 4 – 9ºA.

13 julho 2010

Transportes de Sonho


Vai a galope o cavaleiro e sem cessar
Galopando no ar sem mudar de lugar.

E galopa e galopa e galopa, parado,
E galopa sem fim nas tábuas do sobrado.

Oh!, que bravo corcel, que doídas galopadas,
– Crinas de estopa ao vento e as narinas pintadas!

Em curvas pelo ar, em velozes carreiras,
O cavalo de pau é o terror das cadeiras!

E o cavaleiro nunca muda de lugar,
A galopar, a galopar a galopar! …

Afonso Lopes Vieira

21 dezembro 2009

Uma sugestão de Natal



“Existe uma grande diferença entre os brinquedos de hoje e os de antigamente, como se vê na fotografia. Este brinquedo, dos anos 60, foi feito à mão e com materiais encontrados na rua. Desta forma dava tanto prazer a quem o fazia como a quem o usava. Ao contrário de hoje, a infância era passada na rua” escreveu o Diogo Aguiar do 9ºB que também nos encontrou a foto. Tirada em Luanda em 1963.

Também por cá, Diogo, a rua era o nosso reino…os berlindes, os carrinhos de rolamentos artesanais…as trotinetes…ai meu Deus as trotinetes de madeira feitas sob a orientação de um tio com mais paciência e desejoso de as experimentar também…e as quedas… orgulhosas feridas de “guerra”, é o que eram…
jmv

Um feliz Natal para todos

13 fevereiro 2009

Nunca ninguém as amou tanto...


Uma volta mais radical e a boneca loura”voluntarista” que sofreu a experiência, quase desmaia. A outra parece pedir que a poupem…
Há que ter em consideração que as suas articulações se limitavam a dois ou três pontos (braços e pernas para a frente e para trás à altura das ancas e cabeça a rodar 180 graus) e o plástico ou a borracha, uma vez indo para dentro, formavam covinhas que demoravam uma eternidade a voltar ao seu lugar…
Apesar destas experiências aparentemente sádicas, nunca ninguém as amou tanto. A maior parte delas nunca sofreu a humilhação de virem mais tarde a serem preteridas por sofisticadas e incompreensivelmente elásticas Barbies.

05 fevereiro 2009

Velocidade infernal


Repare-se na máquina infernal de uma das nossas colaboradoras, já em 1965
O tamanho da campainha só pode estar relacionado com a alucinante velocidade por vezes atingida.