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04 junho 2020

O RÁDIO DOS MEUS AVÓS






Este rádio foi fabricado por uma marca alemã (Schawb  lorenz) e pertenceu durante muitos anos à madrinha da minha avó.


 Após a morte dela, esta relíquia foi entregue à minha avó que pouco tempo depois casou com o meu avô que trabalhava no banco desde os seus 13 anos e foram morar para um apartamento no bairro da Madre Deus situado em Lisboa.

 Passados alguns anos quando os meus pais casaram, vieram morar para Azeitão e o rádio veio também. Apesar de já não funcionar é uma relíquia na nossa família.

Esta máquina fantástica é constituída por um rádio e um gira discos. Eu gostava muito que o rádio funcionasse porque gosto muito de gira discos e sempre quis ouvir alguma música que “saía” de um disco de vinil.
                                                                Diogo Lopes 9ºF


12 março 2012

Sem televisão...



Estamos perante uma fotografia tirada no dia 10 de Agosto de 1963, numa casa em Luanda, terra natal da minha família paterna e país muito quente. Dois triciclos e três crianças, o meu tio (à esquerda), o meu pai (ao centro) e a minha tia mais velha (à direita). «Não existia televisão nem nada de tecnologias avançadas», recorda o meu pai ao olhar sorrindo para este momento. Em segundo plano, podemos observar um antigo rádio. Pousadas em cima da pequena mesa, encontram-se os retratos dos avós paternos do meu pai, meus bisavós.
Eras mesmo pequenino, papá.

Camila Freitas, nº 4 – 9ºA.

23 março 2009

O estúdio de gravação


Imagina-se o que ele se deve divertir… e a preocupação do pai se lhe passa o entusiasmo da cantoria e lhe dá para se interessar pelas bobines mágicas que não param de rodar.
Esta voz, não sabemos se desafinada, nunca terá o mesmo encanto na perfeição de uma gravação recente.
“Reaccionarices” assumidas…

25 janeiro 2009

A invasão da fantasia





Os anos 70, antes ou depois da Revolução, assistem a uma verdadeira invasão de motivos de fantasia e florais. As gravatas, as paredes, os vestidos, os cortinados… nada escapa.
Nalguns casos parecem fazer parte de uma conspiração psicadélica global. Noutros, como parece ser a situação, é tão só o gosto da época, a que é preciso somar os cadeirões de plástico branco, o papel de parede com motivos,etc
É também a altura da proliferação dos conjuntos que ensaiavam em garagens e onde os quartos terão desempenhado um papel não menos importante.
Hoje chamam-se “bandas”, e cai em desgraça quem proferir a antiga designação…