07 junho 2016

08 março 2016

Nas florestas da Colômbia





Nos anos 50, a Colômbia viveu um período de Guerra Civil que ficou conhecido por “La Violencia” e que durou dez anos, de 1948 a 1958.

Nestas fotografias, tiradas na década de 50 e princípios da de 60 a segunda, podemos ver primeiro uma foto dos meus avós maternos na altura do seu casamento e, na segunda, nos campos onde trabalhavam já com o seu primeiro filho.


                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          yahel Jaramilho, 9º F

02 março 2016

17 fevereiro 2016

Os meus avós maternos


                                        Carolina Pinta 9ºA

19 dezembro 2015

Um Feliz Natal para todos os que nos visitam




As aventuras de Pinóquio : história de um boneco / Carlos Collodi
AUTOR(ES): Collodi, Carlo, pseud.
PUBLICAÇÃO: [S.l.] : Ed. Paulistas, 1956 ( Lisboa : -- Pia Soc. de são Paulo)

Carlo Collodi, pseudónimo de Carlo Lorenzini, (Florença, 1826 - 1890), colaborou em numerosos jornais, escreveu romances e peças de teatro. Começou a dedicar-se à literatura para a infância em 1875; adoptou entretanto o pseudónimo de Collodi, nome da terra natal de sua mãe. A sua obra-prima, As Aventuras de Pinóquio, foi inicialmente publicada em episódios no Giornale per i Bambini, surgindo em livro em 1883


(informação obtida em http://oarquivodabiblioteca.blogspot.pt/)

05 junho 2015

Anos 70, sem qualquer dúvida


- Quando foi esta foto tirada?
- Janeiro 1974.
- Que idade tinha nesta foto?
- 18 Anos.
- Na altura, sabia da existência da PIDE ou conhecia casos da intervenção desta?
- Sim, sabia que existia, apesar de os jornais não publicarem estes casos. Ou seja, tudo o que sabia vinha de conversas que ouvia.
- Para além destas situações, sentia a ação da censura?
- Sentia-se bastante a censura...não só nos jornais como na rádio. Por vezes as canções ou artigos eram publicados e só eram retiradas mais tarde quando se davam conta do seu verdadeiro significado ,como as canções do Zeca Afonso.

- Quais foram as maiores diferenças que sentiu com o 25 de abril?
- Esta foi uma revolução fundamental para o desenvolvimento económico e social de Portugal. Foi com o 25 de Abril que passámos a poder dizer aquilo que pensávamos e a defender aquilo que achávamos justo.
- O seu marido chegou a ir para a Guerra Colonial?
- Não...Ele entrou para a tropa em Março de 1974, pouco antes do25 de Abril e, visto que a Guerra Colonial ainda permanecia nesta altura, foi por sorte.


-  Há algo de que sente falta do antigo regime?
- O respeito é o  que faz mais falta...Tudo isto melhoraria um bocado se também fosse melhorada a educação, na qual se tem apostado cada vez mais, mas não tem dado muito bom resultado.


- Para a atual situação, considera que “faz falta alguém como Salazar”?
- Ainda continua a haver muitos erros no país. Mas não nos podemos esquecer que
Salazar amordaçava as pessoas, retirava-lhes a liberdade de expressão e isso é um erro injustificável.
- Por fim o que foi a revolução para si?
- Foi a mudança de um regime e, o mais importante, o fim da guerra do Ultramar para onde seguiria o meu marido.

Esta entrevista foi feita a minha avó Maria de Lurdes ,no mês de abril de 2015.

                 Catarina Vedor 9ºD

04 junho 2015

Fernando Nogueira, um dos primeiros taxistas deAzeitão


Numa época em que os transportes públicos não abundavam, a existência de um táxi era muito útil para as pequenas e medias deslocações.
No final do século XIX e no início do século XX, o cavalheiro presente na foto, de seu nome Fernando Augusto Nogueira, era o proprietário de um dos dois táxis (na altura chamados carros de praça) existentes em Azeitão.

Miguel Pato, 9ºD

24 maio 2015

Um tetravô que combateu como granadeiro de mão na 1ª Guerra Mundial


Cartão da Liga dos Combatentes do meu tetravô que esteve na 1ª Guerra Mundial em França, tendo combatido como granadeiro de mão.





Beatriz Patarra, 9ºA

05 maio 2015

O tempo, como passa...




 Na primeira fotografia vemos uma típica família dos anos 40, os avós no meio e o pai e a mãe nas pontas.




A segunda mostra a mesma família, no princípio dos anos 50, já sem os avós e num casamento. Nesta fotografia reparei no pormenor dos sapatos da senhora que se voltaram a usar há uns anos e que chegaram a ser muito criticados pelo tamanho dos saltos …




A terceira mostra a criança das fotografias a receber um troféu de golf já nos anos 60.


Pureza D`Orey, 9ºD

29 abril 2015

Santa Susana, Alentejo, década de 50.


Uma rua da aldeia alentejana de Santa Susana no início da década de 50,  por altura dos santos populares.
Vejam  se adivinham quem é a menina da foto....

24 abril 2015

O 25 de Abril através do olhar de Sebastião Salgado


Conheço relativamente bem a obra do fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado e tinha a ideia de ter visto umas fotografias suas a propósito da revolução de Abril em Portugal. Com o tempo deixei de ter a certeza à força de não as encontrar.

Fazendo “escavações” na biblioteca, acabei por descobrir onde estavam. Trata-se de um pequeno livrinho intitulado “Um Fotógrafo de Abril”, da editorial caminho, editado em 1999 e destinado a comemorar o 25º aniversário do 25 de Abril. Contém algumas fotografias de Salgado em 1974 e 1975, ao serviço da agência fotográfica Sygma, precisamente com a missão de documentar o que se passava em Portugal com a “Revolução dos cravos”.

Das várias fotos escolhi esta porque sempre me perturbou. Trata-se da ocupação de um latifúndio por trabalhadores agrícolas, em Alcácer do Sal em outubro de 1975.

O que me fascina nesta fotografia é a invulgar capacidade do fotógrafo em captar a essência humana, neste caso, julgo eu, materializada na ideia de existirem sempre duas formas de ver a mesma coisa.
Os ocupantes parecem o resultado de um erro de “Casting”. Parecem vitoriosos mas ao mesmo tempo desconfortáveis nessa vitória quando, contrariando tudo o que aprenderam, tomam posse de coisas alheias.
Na realidade o que Salgado captou foi a incomunicabilidade desta espécie de duplo erro de casting. O cavaleiro, que protagoniza os anteriores proprietários, também está desenquadrado.

18 abril 2015

Uma fotografia ternurenta para levantar o ânimo

Uma fotografia de uma ternura imensa, trazida pelo Miguel Pato do 9ºD. Foi feita em 1946.

12 abril 2015

Este blogue está de luto.

Este blogue está de luto.
 A Lígia Penim, uma das nossas antigas memorialistas, faleceu ontem depois de um longo combate em que, com armas desiguais, ganhou sempre pelo lado da coragem.

É a menina da fotografia.
Será sempre a menina da fotografia nos nossos corações.


07 abril 2015

Guerra colonial , Angola, 1965


Guerra colonial , Angola, 1965 e uma tristeza de morte. 

24 março 2015

Nostalgias


Cedida por um antigo aluno, esta fotografia de uma gloriosa Bella Zundapp em 1960, à porta do antigo quartel “do 11” em Setúbal.

15 março 2015

Recordação


Mais uma lindíssima fotografia dos anos 40, esta trazida pelo Miguel Pato do 9ºD. 

08 março 2015

Dia Internacional da Mulher

 Grupo de mulheres no Lumiar, em 1949

e outras imagens anteriormente idealizadas por este blogue para assinalar a efeméride .

(clicar nas imagens seguintes para ampliar)




meninas e mulheres, anos 40



01 março 2015

Sonhos de noiva, anos 50




Consideradas por muitos duas das mulheres mais bonitas dessa época, a minha avó e a sua irmã nos respetivos casamentos. Fotografias tiradas nos anos 50.

Pureza D´Orey, 9ºD

27 fevereiro 2015

Jovem futuro cavalheiro, cerca de 1916


Um muito obrigado à professora Marina Ferreira que nos cedeu a fotografia.

24 fevereiro 2015

Jovens atores de bairro - anos 50


Esta fotografia reporta-se ao ano de 1953.
Naquela altura não existiam atividades de tempos livres para as crianças, salvo algumas exceções e nas sociedades recreativas dos bairros. Foi o caso desta pequena peça de teatro. O tema era um pequeno retrato da vivência de um casal e um amigo no seu dia-a-dia.
A minha avó, a jovem que está ao meio, estava vestida tal e qual uma rapariga da sua época.
A peça permite compreender um pouco o papel da mulher ideal na sociedade da altura. Ficava em casa a tricotar (no cenário o cesto com novelos e agulhas em cima do cadeirão) enquanto o homem passava o final do dia de trabalho a conversar com um amigo.

Os intervenientes eram amigos da escola e vizinhos da minha avó. Esta peça foi representada para meia dúzia de pessoas. Como não havia muitas atividades para jovens, estes divertiam-se a fazer pequenas peças de teatro.

Carolina Salazar 9ºD

01 fevereiro 2015

Por terras de Caminha alisando estradas


Esta fotografia foi tirada por terras de Caminha nos finais dos anos 70.

30 dezembro 2014

Um feliz e tranquilo ano de 2015


Na impossibilidade mais que certa de podermos usufruir de “Dois Annos de Ferias”, deixamos aos nossos visitantes e amigos a 2ª parte da obra de Júlio Verne com esse título. Trata-se de “A colonia Infantil”, com duas lindíssimas e misteriosas gravuras. A primeira parte intitula-se “A escuna Perdida”.

E já agora um ano de 2015 de acordo com os vossos sonhos e expectativas.