27 novembro 2012
22 novembro 2012
Um inconfundível Volkswagen de 1969
Nesta fotografia vê-se o meu avô Florentino na herdade do
Barrocal, perto de Évora, junto ao carro do patrão, um inconfundível Volkswagen
de 1969.
Participação especial de Francisco Cortinhal, 6º H
21 novembro 2012
Férias em Lisboa
Esta fotografia foi tirada em Lisboa, no ano de 1948, ano em que o meu bisavô, João dos Reis Monteiro, sua esposa Laura dos Santos Vilar (madrasta do meu avô) e seu filho, Luís Francisco Araújo Monteiro, (meu avô), vieram gozar as férias à capital. O meu bisavô tinha 33 anos, a sua esposa, 34 e o meu avô 10 anos. O meu bisavô já faleceu mas a sua esposa e o seu filho, Luís Francisco Monteiro ainda se encontram connosco, com 96 e 74 anos de idade, respectivamente.
Sofia Fialho, 9ºC
20 novembro 2012
13 novembro 2012
Indústria conserveira - publicidade dos anos 30
Ai, se “Joana d´Arc” tivesse provado as sardinhas de Matozinhos…
Um delicioso cartaz de publicidade à indústria conserveira com
uma certa ingenuidade típica dos anos 30.
07 novembro 2012
A "Peluda"
Quando o tempo parecia não avançar, criavam-se simples
brincadeiras, capazes de alegrar os soldados e quem à volta se encontrasse.
Data de 23 de Maio de 1972 (Ilha do Sal)
“A Peluda”, significava para esta companhia um marco de 100
dias para o fim da missão e para o regresso a casa. Era então realizada uma
grande festa durante todo o dia, de modo a festejar este momento de contagem
decrescente para o regresso às famílias. Data de 13 de Outubro de 1972
Fotos e anotações às mesmas de Ana Ermida, antiga aluna.
Fotos e anotações às mesmas de Ana Ermida, antiga aluna.
31 outubro 2012
Exposição do Mundo Português
Fotografia original cedida pelo antigo aluno Francisco Cunha Rêgo.
Imagem do guia da exposição obtida em restosdecoleccao.blogspot
22 outubro 2012
Timor - Costumes ancestrais
Família de nativos Timorenses 1962-3. Esta família foi
retratada numa espécie de festa que se realizava quando um familiar falecia.
Nela dançavam, cantavam, matavam e comiam porcos e galinhas bravos, tudo em
honra da pessoa falecida. Convidavam os militares que considerassem amigos.
Texto e foto de Ana Marques, antiga aluna.
16 outubro 2012
É um telefone,pá.
Estou de
novo órfão de alunos de 9º, como já me aconteceu aqui.
Volto a
contar com o arquivo de fotos que os antigos alunos foram deixando, com a sua
generosidade e entusiasmo em relação aos quais espero estar à altura. Um
grande, grande obrigado.
Ps - esta imagem é a resposta a um aluno que muito
admirado com o facto de não existirem telemóveis quando eu comecei a dar aulas, me perguntou incrédulo “…então
mas como é que se fazia?”
Até breve.
14 julho 2012
Até Setembro...?
O que sobra
dessas mãos: um voo marítimo, uma frase. Quando muito uma dúzia de grãos de
areia ardendo ainda sobre a pele, ou uma alga seca no bolso que ficará depois
esquecida a marcar a página de um livro lido ao longo desse verão.
Provavelmente
uma curta e feliz viagem de barco
25 junho 2012
Machimbombo
Machimbombo
Esta
fotografia foi tirada em Moçâmedes, Angola, no ano 1946 (muito antes da guerra
colonial que começou em 1961), um dia após o casamento dos meus avós paternos.
Nela estão o
meu avô Fernando, (sentado, ao centro, com o usual capacete colonial nos
joelhos), a minha avó Rosete, (em pé, à esquerda, com uma sobrinha ao colo) e
alguns familiares e amigos que vieram assistir ao casamento. Naquela época,
nenhuma mulher usava calças e as saias desciam abaixo do joelho. Em Angola, por
descontração e também devido ao calor, poucos homens usavam gravatas.
Alguns dos presentes preparavam-se
para viajar para Nova Lisboa, junto com os meus avós; os outros vieram
despedir-se. A viagem, de 1 000 km, não era longa para os hábitos daquela terra,
mas era muito demorada e cansativa, percorrendo caminhos maioritariamente de
terra batida, numa época em que havia poucos transportes motorizados, em Angola.
Por isso é que, misturados na bagagem, iam uns cestos com comida, para
trincarem pelo caminho.
O veículo de
transporte público (um pequeno machimbombo *) é de um amigo do meu
avô. Nota-se que ia iniciar viagem porque o carro ainda está brilhante, mas
passados poucos metros, ele ficará da cor da terra. Durante a viagem, as
janelas tinham de ficar abertas, porque de outra forma não se aguentaria o
calor, mas isso fazia com que entrasse parte da poeira levantada.
Naquele
tempo, tirar uma fotografia era uma tarefa complicada que obrigava a alguns minutos
de imobilidade. Para o pessoal autóctone ver tirar uma fotografia era um grande
acontecimento, até porque, o fotógrafo, normalmente, se instalava debaixo de um
pano preto, para centrar a imagem, o que tornava a situação pitoresca. No
entanto, há algo que distrai a criança que está ao colo e o rapaz à janela do
carro e que contrasta com a imobilidade a que a fotografia obrigou os adultos.
---
*
Machimbombo - designação que se dava em Angola e Moçambique aos autocarros de
transporte público (Do inglês «machine pump», «bomba mecânica»)
Cláudia Luso Soares, 9º F
22 junho 2012
“Numa família digna, o chefe, que é o pai (…)”
No Estado Novo a família modelo era assim constituída: a
mãe, ficava em casa a tratar das tarefas domésticas; o pai, ia trabalhar
durante o dia para sustentar a família; os filhos iam à escola, onde os rapazes
eram educados para mais tarde serem como os pais e as raparigas eram educadas
para serem como as mães (domésticas). Por isso, o chefe de família, que era
quem a sustentava, era o pai. Este devia ser respeitado com obediência e
carinho, assim como o chefe de estado, como uma espécie de pai da nação.
Neste livro da 3º classe de 1958, Américo Tomaz, presidente
da República durante a ditadura, ocupa uma página inteira do livro único e obrigatório.
Para que não houvesse dúvidas…
Mariana Vinhas, 9º F
10 junho 2012
Alentejo, anos 60. Memórias - 2º parte.
"Da zona do Algarve, mas propriamente de Odeceixe, Rogil, Aljezur, Maria Vinagre, também chegavam mulheres, que permaneciam na Herdade entre Maio e Junho, mas neste caso para trabalharem apenas na apanha do arroz e na monda. Ao contrário do povo do norte, estas trabalhadoras, instalavam-se em grandes casarões, e dividiam o espaço entre elas.
Também tinham por hábito efectuarem as refeições ao lar livre, e por vezes chegavam a ser perto de uma centena de fogueiras a arder, pois cada uma delas confeccionava individualmente os seus alimentos.
No mês de Agosto, para o final das mondas e início das ceifas, chegavam mais ranchos de gente, oriundos de Grândola e Santo André. Também estes se instalavam em grandes casarões, mas a sua forma de estar em comunidade era diferente dos restantes. O dormitório era dividido por biombos, e para a confecção dos alimentos recorriam a uma única fogueira em que cada um deles, colocava a cozinhar os alimentos numa panela de barro.
Toda esta diversidade de culturas trazia uma grande animação á Herdade, e apesar do trabalho duro, aos sábados e domingos à noite, havia sempre baile, no qual todos participavam.
As sementeiras dos viveiros começavam em Março, e em Junho começavam as plantações em grandes canteiros com muros de 100 em 100 metros. As condições de trabalho eram muito difíceis, pois trabalhava-se com água e lama por cima dos joelhos, e na água, para além de conchas, existia uma grande variedade de bichos, desde cobras a saltérios, que por vezes provocam mordeduras dolorosas. Ainda me recordo de uma espécie de liquido, em pequenas garrafas, que utilizávamos para pôr nas pernas, ás vezes já em ferida."
D. Maria Edviges, assistente operacional
D. Maria Edviges, assistente operacional
05 junho 2012
Vampiros...
Vampiros era o nome que os nativos timorenses atribuíam aos
morcegos gigantes que pesavam cerca de 4 a 5 quilos. 1962 Timor
Ana Marques, 9º D
01 junho 2012
Nas festas de Nossa Senhora da Saúde em Vila fresca
A minha família Alface vive em
Azeitão pelo menos desde o início do século XIX estando sempre ligada à vida e
às tradições desta região. Nesta fotografia, tirada nas festas de Nossa Senhora
da Saúde em Vila fresca, no mês de Setembro de 1948, observamos à esquerda o
meu avô Manuel Alface, nascido a 1 de Março de 1934. Ao centro o seu pai, José
Maria Alface, nascido em 1 de Novembro de 1896. À direita o sobrinho mais velho
do meu avô Henrique Alface.
Manuel Ribeiro, 9ºE
26 maio 2012
O bichinho da música
Esta fotografia, de Maio de
1892,existente no museu da Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense, ilustra
a banda da colectividade com o seu segundo fardamento. Nesta fotografia
encontra-se o meu tetra avô, Timóteo Rodrigues, que tocava tuba, tal como eu.
Manuel Ribeiro, 9ºE
21 maio 2012
Com Salvador Dali... recordações.
No outro dia estava em casa dos meus avós e encontrei um jornal, já
antigo. Perguntei à minha avó porque o guardava, e de seguida mostrou-me a
parte de trás do jornal onde estava uma fotografia dos meus bisavós com
Salvador Dalí e sua mulher, Gala. Pedi à minha avó, Maria Antónia Moraes, para
me escrever um texto, com recordações e momentos divertidos que passou com
Dali.
“Desde que me lembro, Salvador Dali esteve presente na minha memória.
Em 1940, tinha eu pouco mais de três anos, quando Dali e Gala, sua mulher,
vieram a Lisboa. Sendo ele grande amigo dos meus pais, tinha pedido ao meu pai
que o ajudasse no envio dos seus quadros para a sua primeira exposição em Nova Iorque.
Esta vinda coincidiu com a Exposição do Mundo Português. Durante os dias que
aqui passaram, estiveram em nossa casa e saíam com os meus pais. Foram descobertos
por um jornalista, quando jantavam juntos na Exposição, e a fotografia foi
publicada no Diário de Notícias.
Salvador, era amigo de infância de minha mãe. Os seus pais, amigos dos
meus avós. O pai era o notário de Figueras, na Catalunha, e esta família era
muito conhecida e respeitada. A irmã, Ana Maria, cresceu junto com a minha mãe,
eram grandes amigas.
Um episódio na vida de Dali, quando era muito novo, em que, ele, Ana
Maria e a minha mãe muito se divertiram, foi quando um jornalista de Madrid
chegou a Figueras para lhe fazer a sua
primeira entrevista. Salvador chamou-as dizendo: «venham depressa, ajudem-me!
Quero virar os quadros ao contrário, e vão ver como dou a entrevista e me divirto
imenso!» Assim aconteceu e o jornalista não percebeu a brincadeira! Até ao fim da vida deles, este episódio foi
recordado.
No verão quando íamos passar um mês de férias a Calella de Palafrugell,
onde estavam os meus avós paternos, sabíamos que uma tarde era dedicada a
visitar Dali, em sua casa de Port- Lligat. Encantavam-me essas visitas! Ele
recebia-nos com muita amizade e simplicidade. A tarde passava sem darmos conta.
Lanchávamos no jardim. As conversas eram interessantes, parecia que tínhamos
entrado noutro mundo.
Dali, mostráva-nos os seus últimos quadros, que ainda se encontravam no atelier. Tocou-me intensamente a «Última Ceia», que tinha acabado de pintar: a luz, que entrava pela janela, iluminava-o de tal maneira que me parecia ver uma cena real. Tive o impulso de querer tocar com a minha mão nos mantos dos Apóstolos, e sentir a sua textura entre os meus dedos. Também nos mostrava as maquetes das peças e jóias que fazia; algumas com movimento: relembro um vaso com borboletas a voar. A sua imaginação era imparável.
Dali, mostráva-nos os seus últimos quadros, que ainda se encontravam no atelier. Tocou-me intensamente a «Última Ceia», que tinha acabado de pintar: a luz, que entrava pela janela, iluminava-o de tal maneira que me parecia ver uma cena real. Tive o impulso de querer tocar com a minha mão nos mantos dos Apóstolos, e sentir a sua textura entre os meus dedos. Também nos mostrava as maquetes das peças e jóias que fazia; algumas com movimento: relembro um vaso com borboletas a voar. A sua imaginação era imparável.
Connosco tinha sempre conversas normais, a sua atitude era sempre
natural e agradável. Impressionava-me o seu bigode, todo levantado e rígido, graças
a um fixador ou goma (nunca percebi como). Nas pontas colocava duas pequenas
flores brancas. Numa das tardes, em que me
desenhou uma formiga no meu livro de autógrafos, tirando uma flor do bigode,
disse-me: «queres ficar com esta flor como recordação?» Claro que quis! Ainda a
guardo dentro do mesmo livro.
Outro episódio curioso: numa viagem a Paris , o meu pai encontrou-o
por acaso no mesmo hotel onde se hospedava. Combinaram, tomar no dia seguinte o
pequeno almoço juntos. Estavam no meio desta refeiçãoconversando
tranquilamente, quando apareceram uns jornalistas para uma entrevista, que já
tinham combinado. Dali convidou-os para se sentarem à mesa com ele. Nessa
altura, chamou um criado e pediu uma
omelete, e disse ao meu pai: «espera, que já vais ver.» Quando lha trouxeram,
transformou-se, tirou o lenço do bolso
superior do casaco, pegou na omelete e colocou-a no lugar do lenço, deixando
todos estupefactos, assim começou a entrevista... A meio desta, virou-se para os jornalistas e
disse: «Estão-me a entrevistar, mas esquecem-se que aqui ao meu lado está um dos
maiores poetas do nosso país».( referia-se ao meu pai, que nunca na vida tinha
escrito um verso!)
Salvador Dali, entre amigos, tinha uma maneira de estar natural,
apesar da sua genialidade.
Para mim é inesquecível , foi um privilégio tê-lo conhecido desta
forma.”
Teresa Castel-Branco, 9º F
13 maio 2012
Fotografias de guerra.
Durante a guerra colonial muitas foram as mulheres, namoradas e até amigas que se correspondiam com os soldados que encontravam longe e saudosos da pátria e da família. Esta fotografia é uma das muitas enviadas a esses soldados, a originalidade está na montagem feita, onde se vê a jovem, pensativa e um pouco acima o alvo de todos esses pensamentos.
Cristiana Silva, 9º B
10 maio 2012
Alentejo, anos 50. Memórias - 1º parte.
Naquela altura (anos 50), apenas a minha mãe e o meu
padrasto, já sabiam ler, logo quando alguém queria escrever uma carta, ou ler
alguma notícia, deslocavam-se até à nossa casa. Para além disso éramos os
únicos com telefonia, e por vezes a casa enchia-se de gente ávida por ouvir a
rádio. Recordo-me do episódio, ocorrido nos anos 60, em que o Henrique Galvão,
roubou o barco “Santa Maria”, e da enchente de gente que chegou para ouvir a
notícia.
(…)
Perto da Herdade da Terça, junto à estrada de acesso a
Alcácer do Sal, existiam duas tabernas e uma mercearia, local onde nos íamos
abastecer de todos os bens necessários. Este local era conhecido por “Estalagem
de Alberges”, e era ai onde se realizavam as festas, bailes, e até mesmo
circos, frequentados por todos os habitantes dos montes vizinhos.
(…)
A Herdade era também povoada, no período de Inverno, por
gente vinda do norte do país, para efectuarem trabalhos de cava das lamas.
Estes trabalhadores chegavam em Outubro, e partiam para as suas terras em
Junho. A maioria chegava sozinho, apenas quem trazia a família, era o homem que
os chefiava, denominado de “moiral”. Tinham hábitos diferentes dos nossos, e
tomavam as refeições ao ar livre, através da utilização de grande caldeira de
cobre, suspensa por um ferro, onde por baixo da mesma era efectuado lume, para
a cozedura dos alimentos. Também faziam o seu próprio pão de milho, pois não
gostavam do nosso que era elaborado à base de trigo.
D. Maria Edviges, assistente operacional
_________
A foto retrata as costureiras da aldeia de S. Cristóvão, Montemor-O-Novo, nos anos 50.
A menina é a autora destas memórias.
02 maio 2012
Inauguração da sede do Sporting Clube Timorense
Na imagem de
cima pode ver-se uma fotografia da sede do Sporting Club Timorense. Embora este
tenha sido fundado em 1959, por militares portugueses, só em 1962 seria
inaugurada a sua sede.
Na foto em baixo
podem observar-se ginastas nativas timorenses a realizarem alguns exercícios
por altura dessa inauguração.
30 abril 2012
Sporting Clube Timorense vs Benfica Clube Timorense
Jogo de futebol entre militares e civis, que jogavam
ocasionalmente. Este jogo pôs frente a frente o Sporting clube Timorense e
Benfica Clube Timorense e teve lugar em Timor em 1963.
Ana Marques, 9º D
26 abril 2012
Abril bem guardado e em boas mãos
(clicar nas imagens para ampliar)
Abril foi também os desenhos nas paredes desta escola, fotografada em
1980.
Neste artigo escrito no jornal “O Setubalense” datado de 1993, pode a
dada altura ler-se o seguinte:
“Na escola velha apenas restam desenhos deles, ainda visíveis na pedra
da escadaria da entrada. Nada os pode apagar. Quando um dia o edifício for
demolido, as histórias continuarão dentro deles, vivas e gravadas na memória,
como no primeiro dia em que as viveram. Nada as poderá destruir.”
A escola a que se refere a imagem e o artigo é a escola primária do
Bairro Salgado em Setúbal, entretanto demolida.
25 abril 2012
Um grande susto
Esta
fotografia é, das que foram tiradas nos dias imediatos à Revolução, das que
mais equívocos tem alimentado - encontra-se com alguma facilidade em jornais e
um pouco por toda a parte na net sempre
que se pretende ilustrar a prisão de um agente da polícia política na sequência
da revolução de abril de 1974.
Acontece
que o indivíduo que aparece na fotografia com as armas apontadas suspeitando-se
ser da PIDE afinal não era. É de Setúbal e tratou-se de um engano e de um
enorme susto (para ele, claro).Nem toda a gente sabe que esta foto não
corresponde à verdade. Assim fica dito, para “memória futura”, como agora se
usa.
24 abril 2012
Um D.Quixote português
Esta fotografia, cedida pela D. Edviges, tem uma história
muito engraçada. Este senhor, seu bisavô, era o homem mais alto da aldeia de S.
Cristóvão, Montemor-O-Novo. Terá sido o seu tamanho lendário que fez
deslocar-se de Évora propositadamente um fotógrafo. A imagem tem datação
imprecisa, situando-se nos primeiros anos do século XX.
22 abril 2012
Quinta da Má Partilha
Catarina Ricardo,9ºA
15 abril 2012
A família Lemos

Nesta fotografia vemos uma, das muitas famílias numerosas, existentes na década de cinquenta, em Portugal. Esta é a família Lemos, dez irmãos, um único rapaz, com os seus pais e com a sua avó. Todos cresceram e tornaram-se grandes pessoas, entre eles a minha avó. Uns emigraram à procura de melhores condições de vida e os outros permaneceram em Portugal. Todos os que emigraram acabaram por regressar a Portugal ao verem as suas vidas estabilizadas, após um longo período de trabalho em vários países, como Alemanha e França. Infelizmente já não estão todos entre nós, mas tanto os que já partiram como os que ainda cá estão para nos fazer companhia e contar as suas histórias, serão sempre eternamente lembrados por todo o seu esforço e empenho.
Liliana Sousa, 9ºB
09 abril 2012
03 abril 2012
Um infantário alemão.

Nesta fotografia podemos ver o meu pai que frequentava um infantário na Alemanha, país para onde os meus avos emigraram nos anos 60. Naquela altura a Alemanha ainda estava dividida em duas, a Alemanha Capitalista e a Socialista. A minha família vivia na República Federal Alemã, a parte dita capitalista. Esta foto foi tirada em 1977 e meu pai tinha apenas três anos ( bebé da ponta direita, em baixo )
Luis Pedro, 9ºB
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