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20 dezembro 2013

Com amor e inteligência


Desiludam-se aqueles que pensavam que os anos revolucionários nos trariam apenas manuais do guerrilheiro urbano e quejandos.
Laura Santos, com títulos como “Noiva, Esposa e Mãe” ou “A Mulher na sala e na cozinha” vai continuando a fazer sucesso e a conhecer reedições.
Este “Escola de Noivas”, cuja 8ª edição datará de meados dos anos 70, continuou o seu caminho imperturbável.
Dele vos deixamos hoje a página 102, onde se aborda o amor com que devem ser tratadas as máquinas de lavar roupa.




19 novembro 2013

Ну, погоди - Um "Tom e Jerry" soviético



Esta fotografia é de 1979, tirada em Mariupol, na Ucrânia,  uma das cidades que faz fronteira com o mar de Azov.
Nela estão presentes a minha mãe e a minha avó com a personagem de um desenho animado muito visto naquela altura e ainda hoje muito conhecido em muitos dos países da ex-União Soviética.
Este desenho animado que tem o nome em português de “Espera aí”, fala sobre um lobo que persegue um coelho para o comer, mas ao longo dos episódios o lobo mete-se sempre em vários sarilhos e o coelho, que é muito esperto, acaba sempre por escapar.
Este desenho animado parece-me fascinante, pois sempre que eu o via dava-me a sensação de que tinha viajado no tempo até àqueles anos.
Podem dar uma espreitadela aqui...https://www.youtube.com/watch?

Polina Tafintsova, 9ºE


24 janeiro 2013

07 novembro 2012

A "Peluda"



Quando o tempo parecia não avançar, criavam-se simples brincadeiras, capazes de alegrar os soldados e quem à volta se encontrasse. Data de 23 de Maio de 1972 (Ilha do Sal)





“A Peluda”, significava para esta companhia um marco de 100 dias para o fim da missão e para o regresso a casa. Era então realizada uma grande festa durante todo o dia, de modo a festejar este momento de contagem decrescente para o regresso às famílias. Data de 13 de Outubro de 1972

Fotos e anotações às mesmas de Ana Ermida, antiga aluna.

13 maio 2012

Fotografias de guerra.


Durante a guerra colonial muitas foram as mulheres, namoradas e até amigas que se correspondiam com os soldados que encontravam longe e saudosos da pátria e da família. Esta fotografia é uma das muitas enviadas a esses soldados, a originalidade está na montagem feita, onde se vê a jovem, pensativa e um pouco acima  o alvo de todos esses pensamentos.

Cristiana Silva, 9º B


03 abril 2012

Um infantário alemão.




Nesta fotografia podemos ver o meu pai que frequentava um infantário na Alemanha, país para onde os meus avos emigraram nos anos 60. Naquela altura a Alemanha ainda estava dividida em duas, a Alemanha Capitalista e a Socialista. A minha família vivia na República Federal Alemã, a parte dita capitalista. Esta foto foi tirada em 1977 e meu pai tinha apenas três anos ( bebé da ponta direita, em baixo )

Luis Pedro, 9ºB

08 março 2012

As amadas dos soldados




Era difícil a vida dos soldados, mas também a das suas amadas que muitas vezes não tinham novidades e temiam pelo pior. Deste modo enviavam fotografias suas para os namorados como que dizendo: “Não te esqueças que continuo aqui à tua espera”.

Ana Ermida, 9ºC

Assenta que nem uma luva no dia internacional da Mulher este texto sobre as amadas dos soldados que partiam para a Guerra colonial, não acham?

06 maio 2011

Uma viagem inesquecível



Nesta fotografia está representado um acampamento selvagem no ano de 1975. O meu pai e alguns primos fizeram uma viagem pelo país, acampando ao ar livre, até porque os parques de campismo eram poucos em Portugal e o contacto com a natureza era muito mais próximo desta forma

Ana Melo 9º E

17 janeiro 2011

Inocência



Nesta fotografia podemos observar duas crianças, a Ana e o Jorge, que actualmente são a minha mãe e o meu tio. Têm a diferença de idade de apenas um ano e naquela altura a minha mãe tinha cerca de 7 anos e o meu tio 6 anos. Viviam no campo e passavam os dias a divertirem-se e pregar partidas, fazendo com que os vizinhos depois fossem reclamar com os meus avós. “Nós só estávamos a brincar!” diziam com ar inocente.
O seu vestuário demonstra as simples e despreocupadas crianças que eram. Além disso, o vestuário não foi propriamente escolhido para uma ocasião em especial, logo há uma grande probabilidade de ter sido uma fotografia espontânea. A minha mãe diz-me muitas vezes que adorava aqueles tempos em que não haviam preocupações e podemos confirmar isso com o sorriso enorme presente na cara de ambos.

Sofia Jamal 9º E

13 julho 2010

Transportes de Sonho


Vai a galope o cavaleiro e sem cessar
Galopando no ar sem mudar de lugar.

E galopa e galopa e galopa, parado,
E galopa sem fim nas tábuas do sobrado.

Oh!, que bravo corcel, que doídas galopadas,
– Crinas de estopa ao vento e as narinas pintadas!

Em curvas pelo ar, em velozes carreiras,
O cavalo de pau é o terror das cadeiras!

E o cavaleiro nunca muda de lugar,
A galopar, a galopar a galopar! …

Afonso Lopes Vieira

17 junho 2010

Mais um para a colecção...



Nesta foto, tirada no quintal dos meus avós, aparece o meu pai com cerca de um ano.
Os carros de bebé antigos são bastante diferentes dos actuais. Os de hoje em dia são mais equipados…
Uma época muito diferente da actual...
MARIANA MOITA,9ºF

11 maio 2010

Questões interiores



Esta menina terá hoje à volta de cinquenta e poucos anos. Talvez seja uma das muitas pessoas que hoje no Terreiro do Paço assistiu à Missa celebrada por Bento XVI …

25 abril 2010

A Química revolucionária



Nos anos imediatamente a seguir à Revolução de 1974 os sinais de Abril encontravam-se por todo o lado, desde o vocabulário do dia a dia até às paredes com os célebres murais revolucionários… Viemos encontrá-los inesperadamente colados num antigo livro escolar de Química em uso na altura. Atente-se no carácter amador do desenho e da própria concepção gráfica…a paixão não dava tempo e falava mais alto…
A Cooperativa dos Deficientes das Forças Armadas é uma referência triste no meio dos sonhos e das alvoradas permanentes. Foram inúmeros os que regressaram física e psicologicamente destroçados.

jmv

16 janeiro 2010

Um dia de sol



A procura de melhores condições de vida levou nos anos 60 milhares de portugueses a procurar emprego e habitação nas cidades mais industrializadas do país como Lisboa, Porto, Setúbal.
É a altura do crescimento acelerado dos bairros periféricos onde a qualidade estética das construções e o planeamento urbanístico não eram prioridade.
Para estes miúdos, fotografados em Dezembro de 1971, este é sobretudo um dia de sol que abre um espaço imenso nas suas vidas…
jmv

20 dezembro 2009

Um frio antigo,de Natal.



Com este tempo frio, um frio antigo de Natal, diga-se, esta fotografia faz-nos viajar no tempo e, para alguns, na própria alma.
É o meu caso. Descobri uma antiga fotografia onde eu e um dos meus irmãos aparecemos com dois gorros idênticos. E o que se discutia…quando não era possível encontrar dois iguais…
Porque será que suspeitamos que com as meninas e os seus ponchos tão ao gosto dos anos 70 se passaria algo de parecido?
jmv

02 novembro 2009

Como uma concha




A menina da fotografia é filha de cooperantes portugueses que trabalharam na Guiné-Bissau nos anos que se seguiram à independência desta colónia.
O afecto com que foi tratada por Balantas, Fulas, Mandingas, Bijagós e outros povos guineenses prova que as marcas de quinhentos anos de colonialismo e de treze de guerra colonial não são apenas marcas de ódio.
Creio que podem ver isso mesmo na fotografia.
E que me dizem da cadeira? Ecológica, não é? E bonita!
JF

15 maio 2009

A moda






À "boca-de-sino" ou apenas invulgarmente largas em baixo, nos anos 70 a moda chega pelas calças às próprias forças da ordem?

27 abril 2009

Campanhas de alfabetização em 1974






Em 1970, 41,2% da população com mais de 50 anos não sabia ler. São estes números brutais que as campanhas de alfabetização tentam travar.
Estas imagens recuam a Setembro de 1974 e a alguns jovens que sonhadoramente nelas participaram em Trás-os-Montes.