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22 dezembro 2013
13 dezembro 2013
24 novembro 2013
Uma família feliz
Esta fotografia foi tirada em Angola no ano de 1967. No centro encontra-se o meu avo paterno, Alberto, e nos seus braços, a minha tia Lisdália (mais conhecida por Dália) com apenas alguns meses. Do lado esquerdo está o meu tio Carlos Alberto (Beto), à direita a minha tia Lucília (Cila) e no meio deles o meu tio José (Zé).
Hugo Almeida
13 novembro 2013
Fadas do lar
Conforme prometido na postagem anterior, aqui vos deixamos a capa do
livro do curso Singer de Corte e uma pequena ficha de trabalho encontrada no
seu interior.
Segundo dados da própria Singer, o entusiasmo das senhoras por estes
cursos de Bordados e Corte rondava entre doze mil a treze mil inscrições
anuais, repartidos certamente pelas aulas dadas nas lojas e nas Escolas Móveis
patrocinadas pela marca (dados dos anos 60).
O livro de Corte cuja capa digitalizamos destinava-se, e citamos parte
da apresentação do curso, “(…) àquilo que toda a Senhora boa dona de casa
necessita saber para cortar e trabalhar os vestidos por ela própria feitos(…)
ampliando a sua aptidão no lar, dando-lhe conhecimentos que beneficiam a
economia doméstica e até, se houver habilidade pessoal e espírito de
iniciativa, para poderem ganhar a sua vida com essas actividades”. Estamos nos
anos 60.
Saliente-se que o reconhecimento pela marca (ou a visão tradicional do
papel da mulher?) vai pelo menos de 1927 a 1933: um louvor, datado de 8/10/1927
e publicado no Diário do Governo “pelos serviços prestados à educação popular”
e a Comenda de Mérito Industrial atribuída em 11/11/1933 .
28 outubro 2013
No mar Azov
Esta fotografia
foi tirada no mar Azov que se situa ao norte da Ucrânia e a leste da Rússia,
anteriormente conhecida como lagoa Meótida, devido à sua pequena dimensão.
Na
fotografia está a minha avó Emma com as suas amigas, no ano de 1967.
Polina Tafintsova, 9ºE
13 outubro 2013
Guerra Colonial
Como se pode ver, duas carrinhas com um atrelado, não serão o veiculo mais adequado para transportar um a embarcação, mas a necessidade aguça o engenho e os nossos soldados nenhuma outra solução encontraram para movimentar o navio.
Esta caricata situação aconteceu durante a guerra colonial, em Angola, num desembarque das tropas portuguesas.
Iuri Pereira
15 abril 2013
Mistura de culturas
Esta fotografia retrata a minha avó paterna com onze anos de idade, em 1961.
Foi tirada em Macau, no Jardim de Camões, onde nasceu em 1950. É a mais nova de 6 irmãos, todos nascidos em Macau, que na altura, era uma colónia portuguesa.
A minha avó aos dezassete anos veio para portugal com os meus bisavós e um irmão. Os outros emigraram para os Estados Unidos onde vivem actualmente.
Gostava de conhecer melhor a cultura asiática e a terra da minha família pois acho uma cultura interessante e eu também me sinto '' um pouco asiática''.
Beatriz Oliveira, 9º A
03 abril 2013
Recordações
Os anos passam, mas as memórias
resistem ao tempo. Esta fotografia faz parte do baú das recordações da minha avó.
Ela lembra-se como se fosse ontem o dia em que a tirou. Pois está associada ao
partir de um irmão para a Guerra Colonial na Índia. Naquele tempo as
tecnologias eram bem diferentes das de hoje, por isso aquela fotografia foi
tirada para que o seu irmão a pudesse levar como recordação e memória dos seus
irmãos mais novos, como também do seu cão que agora ficava ao cuidado dos mais pequenos.
Como tal, foi chamado um fotógrafo para tirar a fotografia, no entanto nem tudo
correu como esperado. Pois a vinda de um fotógrafo a uma aldeia remota por
entre as planícies do Alentejo, era motivo de curiosidade para os restantes
habitantes da aldeia. Aquele que era para ser um momento pessoal e emotivo
depressa se tornou numa notícia, a qual toda a população quis testemunhar o
acontecimento. O resultado foi esta fotografia, na qual a minha avó revela bem
no seu rosto a sua frustração e indignação por a sua fotografia se ter tornado
um acontecimento público. Até o cão
ficou melhor!
Rodrigo Santo, 9ºE
22 fevereiro 2013
A verdadeira caça ao cachalote
Nesta fotografia podemos ver três grandes caçadores de baleias, sendo dois deles arpoadores, o meu tio-avô e meu avô.
Com grande destaque o meu tio-avô lança um arpão ao cachalote em pleno Oceano Atlântico, na década de 60. O meu avô diz que está satisfeito com o facto da caça à baleia já não se fazer, pois a presença de baleias passou a ser muito rara, indiciando o início da sua extinção.
Hoje em dia uma das maiores atracções turísticas para quem visita os Açores são sem dúvida as viagens para avistar as baleias a nadar tranquilamente no Atlântico.
Catarina Camara nº7 9ºF
03 fevereiro 2013
Uma menina encantadora
Faltava mais
do que uma década para o 25 de Abril de 1974, um grande marco histórico do
nosso pais.
A minha avó
vestiu a minha mãe com a sua roupa preferida e levou-a ao fotógrafo, hábito da
época, para tirar uma foto. A minha mãe não gostava de tirar fotografias, diz
que demoravam muito tempo e era preciso ficar imóvel, enquanto o fotógrafo
punha a cabeça debaixo de um pano de flanela, ajustava o olho da maquina e dizia:
sorri!
9º E
Nota - Não posso deixar de destacar que a menina que aqui podemos ver é a nossa colega, Celeste Oliveira. Um beijinho para ela.
26 janeiro 2013
"Bravo, Valentes Sete!"
Edição
original de 1954, com o título “GOOD WORK SECRET SEVEN”.
Esta edição
em português, da Empresa Nacional de Publicidade, é de 1964.
17 janeiro 2013
A menina dos cabelos loiros
Esta menina
é a minha mãe, chama-se Eulália Maria e pelo que ela me contou o
nome foi herdado da sua bisavó. Esta fotografia foi tirada no dia 24 de
Setembro de 1968, data em que a minha mãe completava os seus 3 anos de idade,
sendo a mais nova das suas duas irmãs. A minha mãe recorda-se desse dia, em que
o meu avô e a minha avó a levaram a um fotógrafo em Setúbal para tirar está
fotografia. Em cada aniversário os meus avós levavam as suas filhas ao fotógrafo
para terem uma recordação do dia do seu aniversário. É uma das poucas
fotografias que tenho da minha mãe quando era pequena.
João Santos, 9º E
11 dezembro 2012
22 novembro 2012
Um inconfundível Volkswagen de 1969
Nesta fotografia vê-se o meu avô Florentino na herdade do
Barrocal, perto de Évora, junto ao carro do patrão, um inconfundível Volkswagen
de 1969.
Participação especial de Francisco Cortinhal, 6º H
22 outubro 2012
Timor - Costumes ancestrais
Família de nativos Timorenses 1962-3. Esta família foi
retratada numa espécie de festa que se realizava quando um familiar falecia.
Nela dançavam, cantavam, matavam e comiam porcos e galinhas bravos, tudo em
honra da pessoa falecida. Convidavam os militares que considerassem amigos.
Texto e foto de Ana Marques, antiga aluna.
10 junho 2012
Alentejo, anos 60. Memórias - 2º parte.
"Da zona do Algarve, mas propriamente de Odeceixe, Rogil, Aljezur, Maria Vinagre, também chegavam mulheres, que permaneciam na Herdade entre Maio e Junho, mas neste caso para trabalharem apenas na apanha do arroz e na monda. Ao contrário do povo do norte, estas trabalhadoras, instalavam-se em grandes casarões, e dividiam o espaço entre elas.
Também tinham por hábito efectuarem as refeições ao lar livre, e por vezes chegavam a ser perto de uma centena de fogueiras a arder, pois cada uma delas confeccionava individualmente os seus alimentos.
No mês de Agosto, para o final das mondas e início das ceifas, chegavam mais ranchos de gente, oriundos de Grândola e Santo André. Também estes se instalavam em grandes casarões, mas a sua forma de estar em comunidade era diferente dos restantes. O dormitório era dividido por biombos, e para a confecção dos alimentos recorriam a uma única fogueira em que cada um deles, colocava a cozinhar os alimentos numa panela de barro.
Toda esta diversidade de culturas trazia uma grande animação á Herdade, e apesar do trabalho duro, aos sábados e domingos à noite, havia sempre baile, no qual todos participavam.
As sementeiras dos viveiros começavam em Março, e em Junho começavam as plantações em grandes canteiros com muros de 100 em 100 metros. As condições de trabalho eram muito difíceis, pois trabalhava-se com água e lama por cima dos joelhos, e na água, para além de conchas, existia uma grande variedade de bichos, desde cobras a saltérios, que por vezes provocam mordeduras dolorosas. Ainda me recordo de uma espécie de liquido, em pequenas garrafas, que utilizávamos para pôr nas pernas, ás vezes já em ferida."
D. Maria Edviges, assistente operacional
D. Maria Edviges, assistente operacional
05 junho 2012
Vampiros...
Vampiros era o nome que os nativos timorenses atribuíam aos
morcegos gigantes que pesavam cerca de 4 a 5 quilos. 1962 Timor
Ana Marques, 9º D
02 maio 2012
Inauguração da sede do Sporting Clube Timorense
Na imagem de
cima pode ver-se uma fotografia da sede do Sporting Club Timorense. Embora este
tenha sido fundado em 1959, por militares portugueses, só em 1962 seria
inaugurada a sua sede.
Na foto em baixo
podem observar-se ginastas nativas timorenses a realizarem alguns exercícios
por altura dessa inauguração.
30 abril 2012
Sporting Clube Timorense vs Benfica Clube Timorense
Jogo de futebol entre militares e civis, que jogavam
ocasionalmente. Este jogo pôs frente a frente o Sporting clube Timorense e
Benfica Clube Timorense e teve lugar em Timor em 1963.
Ana Marques, 9º D
24 março 2012
Aeromodelismo e memórias da Mocidade Portuguesa
Estive à
conversa com o meu pai e decidi fazer-lhe estas perguntas, cujo objetivo era
saber melhor como funcionava a Mocidade Portuguesa.
Estes aviões eram iguais aos que fazia no
aeromodelismo na MP. Como tinham que ficar lá, voltava de novo a construi-los
em casa. Manteve-os até hoje. Assim os fotografei.
Quais os tipos de exercícios que costumavam
fazer?
Ginástica e
corrida, treinos de tiro, acampamentos, marchas, vários exercícios militares
(saudações, continência) e cantávamos o Hino.
Onde os faziam?
No campo de
treino, na praia e no liceu.
Que tipo de professores/instrutores tinham?
Os
instrutores eram simpáticos, exigiam rigor e disciplina. Alguns eram alunos
mais velhos e outros eram professores e também alguns militares.
Quais eram os objetos que vos deveriam
acompanhar sempre durante o tempo que se estava na Mocidade?
Uniforme
(camisa calções, cinto e bivaque) e nos acampamentos, cantil, bússola e mochila
e outro material de campismo.
Costumavam ter algumas atividades?
Sim algumas
tais como: tiro ao alvo, aeromodelismo, equitação, ginástica, acampamentos…
Olhando agora à distância pode-se dizer que
a intenção da mocidade era sobretudo politica e de propaganda ao regime
salazarista?
Sim, era
essencialmente essa a intenção da MP, educar os jovens de acordo com os
princípios salazaristas fazendo propaganda ao mesmo.
De todas as atividades que realizavam quais
eram aquelas que mais tinham a ver com a propaganda do regime?
De todas as
atividades, as que mais tinham a ver com a propaganda ao regime eram os
desfiles militares, o cantar do hino da mocidade…
Manuel Couto, 9ºE
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