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13 março 2011

Laboratório da Polícia Forense



Laurindo Pedro, Laboratório Forense da Polícia, Santa Marta, Lisboa.
Regedor de Vila Chã, mandou erguer cabos eléctricos para fazer chegar a electricidade à vila, tendo uma lápide em seu nome na praça central.

Francisco Faro 9ºE

05 março 2011

Miúdo mascarado,Seixal,1950


1950…Seixal…época carnavalesca…de que é que um miúdo se havia de mascarar?
Um bom carnaval para todos e um abraço.

23 fevereiro 2011

Algures a sul, na memória.

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Esta fotografia podia ser de uma parte antiga e popular de uma cidade portuguesa qualquer, um beco com casas e vizinhos algures a sul.
O que a torna curiosa é ter sido tirada em Luanda em 1951. Como se esta arquitectura improvisada fosse buscar inspiração à memória, ou à saudade, o que neste caso é quase a mesma coisa.

31 janeiro 2011

Passeios inesquecíveis



Um autocarro alugado por um grupo excursionista em 1950 e um outro da Transportadora Setubalense da mesma década. Passeatas para mais tarde recordar…

30 outubro 2010






As duas imagens que se apresentam são do final da década de cinquenta do século XX. Porém, a celebração ritualizada do casamento funciona como uma paragem no tempo, dificultando o encontro dos historiadores com indicadores temporais. O casamento civil constituiu um princípio consagrado pela Revolução Francesa e o século XIX conheceu a sua instituição. O casamento tinha sido ao longo dos séculos um ritual religioso, tanto católico como protestante, que passara nessa altura para as mãos do Estado.
A partir daí o Estado é o verdadeiro regulador dos contratos estabelecidos entre os cidadãos dos dois géneros. Ao mesmo tempo que se estabelece o contrato matrimonial civil também fica instituída a sua dissolução, através do divórcio. Parte-se de uma lógica, por um lado, de contrato jurídico, mas que é acrescido de direitos individuais, de escolhas pessoais nas quais o amor se tornou central. A liberdade individual, pela qual o ideário liberal burguês se orienta a partir dessa altura, toma o amor como uma condição fundamental para o estabelecimento de laços matrimoniais.
A Igreja, embora recuando no seu papel de regulador social, mantém o casamento religioso, agregado à ideia de sacralização do matrimónio e a sua indissolubilidade. Esta impossibilidade de dissolver o laço que ligaria duas pessoas está na raiz da cristalização do tempo que os casamentos trazem inerente. Na aceleração provocada pelo mundo moderno, a existência de casamentos que se não podem desfazer, que se terão de perpetuar, não traduz apenas uma forma de repressão social, mas também funcionam como um espaço de segurança social. O lar deve instituir-se como um local à parte da vida pública, um local de descanso dos afazeres diários, dos negócios, do trabalho ou da dura realidade de todos os dias. Uma paragem no tempo, portanto.
Assim, as fotografias aqui apresentadas são indicadores simbólicos destas ideias. As roupas que os noivos ostentam parecem ser intemporais. O fato preto para os homens, o vestido branco para as mulheres. O único elemento notável é o facto dos vestidos das noivas não terem o mínimo decote, sugerindo uma sociedade católica e especialmente puritana. Estamos na década de 1950, o Estado Novo promovia uma ideia de casamento onde as mulheres, esposas e mães se manteriam puras, para garantir o bom funcionamento da família.
Na primeira, os noivos posam para o fotógrafo antes de entrarem para o Chevrolet, provavelmente alugado para a ocasião. Sobre os seus sorrisos só poderemos especular o quanto se sentiriam aliviados porque a sessão de fotografias acabava ali, junto ao carro. No segundo, os noivos posam com os sobrinhos, nos claustros do Mosteiro dos Jerónimos, local ainda hoje escolhido para estas celebrações pela sua monumentalidade. A tradição histórica como cenário da perpetuação do casamento.
A representação das crianças realiza aqui uma clara alusão a como o casamento implica uma procriação pródiga. Nessa linha de pensamento, pode ainda dizer-se que as meninas de branco e grinaldas na cabeça reafirmam a função social feminina, ou seja, a de preparação para o seu próprio casamento futuro. A divisão dos papéis feminino versus masculino, reproduz-se simbolicamente para as gerações seguintes.

13 setembro 2010

Passeio no rio Vouga,1958


S.Pedro do Sul. 1958. Férias no rio Vouga. Grupo de amigos. Passeio de barco até à zona do piquenique.
Socorro-me dos apontamentos que me deram acerca desta fotografia. O resultado é uma espécie de telegrama.
A sê-lo verdadeiramente podia estar escrito “Dias de sonho. Menino ganha cores. Voltamos 15 Setembro.”

08 setembro 2010

A praia da Trafaria...quem diria...


"No ano de 1901, a rainha D. Amélia deslocou-se à Trafaria com o objectivo de inaugurar a primeira colónia balnear que existiu em Portugal.
Embora em Portugal a prática da natação tenha aparecido tarde, iniciando-se por pequenos torneios de verão nas praias mais frequentadas, logo em 1902 o Ginásio Clube Português fundou uma escola de natação na Trafaria. Em 1906 realizou-se a primeira corrida de natação de que há registo, de meia milha na baía do Alfeite para disputar a Taça D. Carlos.
O primeiro registo de apoio a banhistas aparece no Relatório da Comissão Central do ISN referente ao ano de 1909, onde para evitar acidentes marítimos, se propões montar um sistema de vigilância com uma embarcação que percorreria a praia durante banhos. Os primeiros sistemas deste tipo foram montados nas praias da Trafaria e da Albufeira.
O primeiro curso de nadadores-salvadores realizou-se em 1956, com uma frequência de 90 alunos."
http://pt.wikipedia.org/

19 julho 2010

A banhos




Pressinto que vamos todos a banhos neste blogue…Não correu mal, pois não?
Voltamos quando se ouvir de novo barulho nos pátios…Até Setembro? Um abraço.

(fotografia tirada na praia da Trafaria em 1956)

07 junho 2010

Descubra as Diferenças




Vila Nogueira, um local pacato em que os dias de mercado eram os mais agitados. Era este o sítio preferido da nobreza do reino que aqui se fixava por longos períodos. O palácio que se vê do lado direito era dos duques de Aveiro. Neste momento o palácio encontra-se em péssimo estado. Um pena… porque na altura foi considerado dos palácios mais opulentos de Portugal.
Desde os anos 50 (quando foi tirada a 1ª foto) que no Rossio deixou de existir o mercado de gado, mas agora realizam-se as festas da Arrábida e todas as semanas a feira das velharias e do artesanato. No dia 10-06-07 foi inaugurada uma estátua de Sebastião da Gama pelo Presidente da República.

Catarina Rodrigues, 9ºB

26 maio 2010

Orquestra Bohémia – 1955



Orquestra Bohémia – 1955.
A Sociedade Filarmónica Providência de Vila Fresca de Azeitão, passou a ser patrocinada pela empresa os “Belos”, a partir de 1950. Em 1953, para ingressar na banda, vindo da Timbre Seixalense, apareceu um senhor chamado Mário Fabrício, que passou a ser professor de música. A certa altura, este pensou em organizar uma orquestra ligeira, à qual deu o nome de Bohémia, cujas estantes foram concebidas na oficina dos Belos. Esta orquestra realizou vários espectáculos em Azeitão, Setúbal, Santana e, com maior sucesso, no Salão dos Bombeiros Voluntários de Benavente. A fotografia em cima apresentada foi tirada na Sala da Sociedade Providência de Vila Fresca, num dos tantos concertos realizados. A orquestra foi extinta em 1960, devido a uma operação ao coração a que o maestro foi submetido, sem que ninguém o substituísse.
Da esquerda para a direita: Mário Fabrício – Trombone; João Cândido da Silva(o meu avô materno) – 1º Trompete; David Carvalho – 2º Trompete; Estrela Peralta – Acordeão; Agostinho Caineta – Saxofone Alto; José Manuel Cordeiro – Saxofone Barítono; Viriato Campos – Saxofone Tenor. E em cima, Frederico Carvalho – Baterista; e José Pedro Pombo – Vocalista.

Inês Malta, 9ºF

03 maio 2010

Telefones em 1950





Talvez um simples número consiga falar por si – em 1950 existiam em Portugal ( Continente e Ilhas) 152.973 assinantes de telefone.
Hoje, com telemóveis, emails, facebooks e outros, pode parecer estranho como se conseguia. Mas conseguia-se. E ia-se telefonar a casa do familiar que o tinha, ao vizinho… ao único sítio da aldeia onde havia… e todo esse cerimonial era pretexto de uma conversa, uma visita, saber as “últimas”, coscuvilhar um bocado, se fosse caso disso… Marcar o número … esperar…o silêncio que se fazia…
jmv

21 abril 2010

Quando as estações se sucediam sem sobressaltos


Sempre que aqui se refere a palavra Primavera tem chovido. Esperemos que seja desta que se quebra o enguiço e que o tempo fique pelo menos como estava neste dia. Nos anos 50, quando as estações se sucediam umas às outras sem grandes sobressaltos.

18 março 2010

Uma questão de treino...

Anos 40...

Anos 50...



Hoje, depois de termos estado a trabalhar na identificação de umas fotografias, um aluno mais novo ficou fascinado com a argumentação que nos fazia distinguir por pequenos/grandes pormenores os anos 40 dos anos 50. A sua conclusão encheu-nos de vaidade : “Ah, mas é que vocês já têm mas é os olhos treinados…”. Os olhos treinados…Que bom!
jmv

09 março 2010

Um efeito hipnótico





Este volkswagen, cujas fotografias foram tiradas em Angola nos anos 50 (repare-se na curiosidade da matrícula), hipnotiza qualquer um. Os que alternadamente posam junto dele são a prova da potência do “feitiço”.Lindo.
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29 janeiro 2010

Uma tarde feliz



Todas as imagens dos anos 50 têm “um não sei quê” de encantador… é uma década que parece um intervalo no tempo. Prometemos um dia reflectir mais seriamente sobre o motivo. Por agora fica só esta fotografia de 1956. Mesmo imperfeita, ou talvez mais humana ainda por esse motivo, ela reflecte o que se disse acima. E dá esperança.
jmv

22 outubro 2009

As cortinas da memória



Este autocarro, do início dos anos 60 e que não se vê nas melhores condições, não seria muito diferente deste outro de 1957, visível num postal editado pela actual Rodoviária do Alentejo.
E não é que o que a memória reteve foram as cortinas? O hoje impensável esvoaçar das cortinas?

16 setembro 2009

De volta?


Do grupo original, praticamente desaparecido, só sobrámos dois. Os nossos principais “fornecedores” e críticos impiedosos, terminado o nono ano, partiram também para outros voos que desejamos longos e felizes.
De modo que é preciso recomeçar quase tudo de novo… ligar o scaner à ficha, vencer o desânimo e a preguiça, seduzir os colegas, convencer os novos alunos a aderir ao projecto, voltar a escrever no quadro cem mil vezes o mail e o nome do blog, enfim, coisinhas…sem importância.
Cá estamos. Se fosse para desfazer é que era pior, não era?
Vamos tentar. Sem rede. Sem compromisso.
E justamente nada melhor para o fazer do que esta foto dos anos 50 com uma fantástica samarra bem quente, a adivinhar o frio …
JMV