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05 maio 2015

O tempo, como passa...




 Na primeira fotografia vemos uma típica família dos anos 40, os avós no meio e o pai e a mãe nas pontas.




A segunda mostra a mesma família, no princípio dos anos 50, já sem os avós e num casamento. Nesta fotografia reparei no pormenor dos sapatos da senhora que se voltaram a usar há uns anos e que chegaram a ser muito criticados pelo tamanho dos saltos …




A terceira mostra a criança das fotografias a receber um troféu de golf já nos anos 60.


Pureza D`Orey, 9ºD

15 março 2015

08 março 2015

Dia Internacional da Mulher

 Grupo de mulheres no Lumiar, em 1949

e outras imagens anteriormente idealizadas por este blogue para assinalar a efeméride .

(clicar nas imagens seguintes para ampliar)




meninas e mulheres, anos 40



11 novembro 2014

Um grande susto

Eugénio Dias era um pacato agente de seguros e lojista.
Um dia, durante a II Guerra Mundial, ao sair da loja de que era proprietário na baixa lisboeta, foi perseguido por várias pessoas aos gritos de “Agarrem, agarrem que é o Hitler!”.
Tinha acabado de ser confundido com o ditador alemão devido a semelhanças físicas e mal teve tempo de se esconder na entrada de um prédio cuja porta, por sorte, se encontrava aberta.
Esta história, verídica, pregou um grande susto ao meu bisavô.

Cláudia Monteiro, 9ºA

03 novembro 2014

Duas avós


Duas fotografias de duas avós em novinhas .

 A primeira, do Miguel Pato do 9ºD, data dos anos 50.
 A segunda, mais novinha ainda, data dos anos 40 e foi cedida pela Cláudia Monteiro, do 9ºA.


13 outubro 2014

Foto de estúdio com um toque tropical


O meu avô numa fotografia de estúdio, tirada na “Foto Color” em Setúbal, nos anos 40.
                                                                                                            Miguel Pato, 9ºD

23 março 2014

350 pág... por 15$00


O maior acontecimento literário dos últimos tempos (anos 40). O aparecimento do livro de José Régio cujo anúncio reproduzimos aqui. Custava quinze escudos, qualquer coisa como 7 cêntimos, se não falham as contas.

29 janeiro 2014

O abegão e os seus aprendizes


Ao olharmos para esta fotografia, cedida pela D. Edviges, colaboradora deste blogue e nossa consultora privilegiada para assuntos alentejanos, dificilmente imaginaríamos que o ofício de abegão , conforme  aqui  pode ser lido, está na moda e as carroças também.
Regra geral o termo abegão designa no Alentejo o responsável pela lavoura que dirigia os ganhões. Por vezes, fazia trabalho de carpinteiro, consertando as alfaias agrícolas.
Também considerado carpinteiro de obra grossa, dedicava-se aos trabalhos em madeira, de modo a construir e reparar carros puxados por animais ou mesmo outros utensílios agrícolas.
Estes nossos abegões foram fotografados a trabalhar na sua oficina perto de Montemor-o-Novo no final dos anos 40.



03 dezembro 2013

Cortejo de oferendas, Vidigueira, 1946


Esta fotografia, que nos foi cedida por uma antiga aluna, retrata o pormenor de um cortejo de oferendas realizado na Vidigueira em 1946. Não foi possível apurar a favor de que instituição se realizou este angariar de fundos tão ao gosto popular...

01 dezembro 2013

A estimular heróis pelo menos desde 1640


O vinho do Porto "estimulou os heróis de 1640" , de acordo com o pequeno livrinho publicitário já aqui anteriormente referenciado.

27 novembro 2013

Roupas domingueiras


Nesta fotografia vemos duas jovens senhoras em plena pose, junto ao cenário montado pelo fotógrafo “à la minute”.
Nos seus trajos domingueiros elas não quiseram deixar de registar a sua ida à feira de Alcácer-do-sal, no Alentejo.
Deste dia provavelmente soalheiro – não se tiram fotografias em cenários montados ao ar livre quando chove… - sobrarão promessas, corações derretidos e compras. Afinal de contas sempre é uma feira.
Esta foto, que data dos anos 40, foi-nos cedida pela D. Edviges, assistente operacional na nossa escola de Azeitão. Com muitos risos e informações às torrentes. Bem haja!




06 novembro 2013

Grande Hotel do Buçaco


Esta fotografia foi tirada no dia 11 de maio de 1938, em frente ao Grande Hotel do Buçaco.
Antigamente, nas peregrinações até Fátima, era costume passar perto do hotel para tirar uma fotografia.
Encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1996.
Foi também neste local que em 1810 as tropas anglo- lusas, lideradas pelo duque de Wellington, derrotaram o exército napoleónico na Guerra Peninsular.

Vanessa Ribeiro, 9ºE


ps – a título de curiosidade e cedida por um antigo aluno, colocamos também aqui uma fotografia do mesmo local nos anos 40.


30 outubro 2013

Um foguetão terrestre ou uma moto do tempo da URSS?


Uns anos depois da 2ª Guerra mundial nasceu a minha avó, que é a bebé sentada ao colo da minha bisavó.
O objecto mais entusiasmante representado nesta foto é a moto em que de certeza já repararam.
A moto tem um aspeto idêntico a um foguetão devido ao sidecar com a sua forma arredondada.
Estas motos eram muito utilizadas na URSS. Nas minhas pesquisas encontrei uma moto idêntica num museu actual existente na Rússia e cuja ligação é esta: http://www.kamensky.ru/photos/muzey-avtostariny-201/


Polina Tafintsova, 9ºE



29 setembro 2013

Mistério em Cabo Verde


Há coisa de dois anos uma antiga aluna trouxe-me este pedaço de carta. Sem envelope, com origem desconhecida, sem relação familiar e contexto ainda mais nebuloso. Ficou perdido numa pasta do computador onde na altura arquivava as digitalizações recebidas à espera de referências mais datáveis ou exatas.
Voltei a reencontrá-lo um pouco por acaso e …



O que fará o jovem Fernando Marques em S. Vicente em 9/9/944? E os seus “companheiros” tão atrapalhados com os balanços da viagem? E o que retém a “rapaziada” em Cabo Verde esperando que o tempo passe?

A carta, para além do pitoresco das observações, não é muito elucidativa.



Restam-nos hipóteses.
Será que o nosso Fernando fazia parte das tropas expedicionárias que durante a II Guerra Mundial foram enviadas para Cabo Verde e aí ficaram até 1946?
Caso queiram seguir esta pista e obter mais informações é seguir esta “pegada”: http://mindelosempre.blogspot.pt/2012/09/0256

Boas aventuras…

14 dezembro 2012

Vinho do Porto em ilustrações de Carlos Carneiro





Muito recentemente veio parar-me às mãos este extraordinário livrinho cujo objetivo  foi publicitar a história do vinho do Porto. Desde as suas “nebulosas origens”, o relato vai avançando acompanhado pelas lindíssimas ilustrações de Carlos Carneiro. O Instituto do Vinho do Pôrto o editou em 1944 e a Litografia Nacional Imprimiu.
Deixo aqui uma imagem da capa e duas outras extraídas das suas quinze páginas. Para delícia dos nossos visitantes, estou seguro. Com um abraço já quase natalício para todos os que por aqui passam.

21 novembro 2012

Férias em Lisboa



Esta fotografia foi tirada em Lisboa, no ano de 1948, ano em que o meu bisavô, João dos Reis Monteiro, sua esposa Laura dos Santos Vilar (madrasta do meu avô) e seu filho, Luís Francisco Araújo Monteiro, (meu avô), vieram gozar as férias à capital. O meu bisavô tinha 33 anos, a sua esposa, 34 e o meu avô 10 anos. O meu bisavô já faleceu mas a sua esposa e o seu filho, Luís Francisco Monteiro ainda se encontram connosco, com 96 e 74 anos de idade, respectivamente.

Sofia Fialho, 9ºC

25 junho 2012

Machimbombo



Machimbombo

Esta fotografia foi tirada em Moçâmedes, Angola, no ano 1946 (muito antes da guerra colonial que começou em 1961), um dia após o casamento dos meus avós paternos.
Nela estão o meu avô Fernando, (sentado, ao centro, com o usual capacete colonial nos joelhos), a minha avó Rosete, (em pé, à esquerda, com uma sobrinha ao colo) e alguns familiares e amigos que vieram assistir ao casamento. Naquela época, nenhuma mulher usava calças e as saias desciam abaixo do joelho. Em Angola, por descontração e também devido ao calor, poucos homens usavam gravatas.
Alguns dos presentes preparavam-se para viajar para Nova Lisboa, junto com os meus avós; os outros vieram despedir-se. A viagem, de 1 000 km, não era longa para os hábitos daquela terra, mas era muito demorada e cansativa, percorrendo caminhos maioritariamente de terra batida, numa época em que havia poucos transportes motorizados, em Angola. Por isso é que, misturados na bagagem, iam uns cestos com comida, para trincarem pelo caminho.
O veículo de transporte público (um pequeno machimbombo *) é de um amigo do meu avô. Nota-se que ia iniciar viagem porque o carro ainda está brilhante, mas passados poucos metros, ele ficará da cor da terra. Durante a viagem, as janelas tinham de ficar abertas, porque de outra forma não se aguentaria o calor, mas isso fazia com que entrasse parte da poeira levantada.

Naquele tempo, tirar uma fotografia era uma tarefa complicada que obrigava a alguns minutos de imobilidade. Para o pessoal autóctone ver tirar uma fotografia era um grande acontecimento, até porque, o fotógrafo, normalmente, se instalava debaixo de um pano preto, para centrar a imagem, o que tornava a situação pitoresca. No entanto, há algo que distrai a criança que está ao colo e o rapaz à janela do carro e que contrasta com a imobilidade a que a fotografia obrigou os adultos.


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* Machimbombo - designação que se dava em Angola e Moçambique aos autocarros de transporte público (Do inglês «machine pump», «bomba mecânica»)

Cláudia Luso Soares, 9º F

01 junho 2012

Nas festas de Nossa Senhora da Saúde em Vila fresca



A minha família Alface vive em Azeitão pelo menos desde o início do século XIX estando sempre ligada à vida e às tradições desta região. Nesta fotografia, tirada nas festas de Nossa Senhora da Saúde em Vila fresca, no mês de Setembro de 1948, observamos à esquerda o meu avô Manuel Alface, nascido a 1 de Março de 1934. Ao centro o seu pai, José Maria Alface, nascido em 1 de Novembro de 1896. À direita o sobrinho mais velho do meu avô Henrique Alface.

Manuel Ribeiro, 9ºE