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10 novembro 2017

É fascinante o que um livro antigo tem dentro




Este livro de contos de Fialho D`Almeida intitulado “O Paiz das Uvas”, foi editado pela sexta vez em 1922.


Tem colado na contracapa um ex libris com o lema “vincit qui se vincit”, lema escolhido pelo proprietário, Eduardo Brazão, e que quer dizer “Tudo acontece por uma razão”.

Foi dedicado por Fialho D´Almeida a Maria Amalia Vaz de Carvalho, falecida cerca de um ano antes.




                  Mariana Santos, 9ºF

05 dezembro 2014

Descubra as diferenças .5



A escola primária do Bairro Salgado, em Setúbal.
Numa fotografia de Américo Ribeiro nos anos 20 e na atualidade.
Pura e simplesmente engolida . Uma pena enorme para as várias gerações que por lá passaram.
O recreio não era muito grande, mas repare-se a tranquilidade com que se brincava na rua...

23 novembro 2014

21 novembro 2014

Jorge Gomes Vieira - o primeiro árbitro internacional portugês


Vindo de uma caixa de metal antigamente usada pela minha bisavó, encontrei este postal referente ao jogador Jorge gomes vieira.
Jorge Gomes Vieira nasceu a 23 de novembro de 1898 e faleceu a 6 de agosto de 1986. Foi um defesa-esquerdo do Sporting Clube de Portugal. Fez cerca de 200 jogos ao serviço do seu clube de eleição (do qual era sócio desde 1910), sagrando-se seis vezes campeão de lisboa e integrando a equipa histórica que conquistou o Campeonato de Portugal da época de 1922/23
Numa altura em que os grandes jogadores eram convidados para arbitrarem grandes jogos, ele foi um deles, tornando-se o primeiro árbitro internacional português.

                                                                                                                                               Alexandre Azevedo, 9ºC





                                                                                                               



29 setembro 2014

Fotografia de estúdio, anos 20




Esta foto do meu avô foi tirada em 1922 por Manuel Rodrigues Aldegalega (1878-1940). Fotógrafo de Setúbal, contemporâneo de Américo Ribeiro, teve fotografias suas numa exposição intitulada “Setúbal ilustrada pela fotografia (de 1860 a 1930)”,realizada em 2010 no museu do Trabalho Michel Giacometti.
                                                                                                                                                       
Inês Carvalho, 9ºC

21 setembro 2014

Collecção Patrícia




Na sequência da postagem anterior, e do útil comentário pleno de informação do nosso simpático leitor Joaquim Djack, aqui deixamos alguma da publicidade que acompanhava os pequenos volumes da “Collecção Patricia” e a respetiva nota de encomenda.

31 março 2014

"À la minute" para sempre


 Cedidas pela D Edviges, apresentamos hoje três fotografias “à la minute” dos anos vinte e trinta, tiradas na feira de Alcácer-do-Sal. Assinale-se que bastava a rua e uma cortina por trás com a inevitável floreira em madeira a servir de cenário. Para mais tarde recordar.


Não perca sobre esta arte esta interessante reportagem elaborada pelo jornal O Público : http://static.publico.pt/20Anos/20Historias/VianaCastelo

Apresentamos também imagens destes fotógrafos numa colagem feita a partir de fotografias recolhidas na net. Na impossibilidade de agradecer e referir todos os créditos das fotos, o nosso muito obrigado pela partilha.


11 março 2014

Quando as imagens falam mesmo ...


A primeira fotografia é a mais antiga e data de 1897. Nela se pode ver uma família ucraniana da classe média, bem sucedida na vida, coisa não muito frequente na altura.

 As duas fotografias seguintes retratam a mesma família alguns anos depois, na primeira década do século XX, antes da revolução russa de 1917.



A quarta e última fotografia mostra as mesmas pessoas, nos anos 20. Se é verdade que as fotografias falam por si, esta é um desses casos. Nela podemos ver claramente as alterações provocadas pela revolução soviética e, talvez ainda, os efeitos das medidas tomadas por Lenine e que ficaram conhecidas por “comunismo de guerra”.
A menina pequenina que se pode ver nas fotos é hoje uma centenária senhora e ainda vive em S. Petersburgo.

Estas imagens podiam dar origem a um romance, mas por agora fica apenas o texto informativo.



Polina Tafintsova, 9ºE

08 outubro 2013

Declarações de Amor...


 A imagem que hoje vos propomos é a da capa de uma reedição de 1986 do livro “Cartas de Amor para Namorados” de Maria Celeste, editado no original em 1927 pela Empresa Literária Universal .
Dele deixamos algumas declarações de amor na esperança de podermos vir a ser úteis a alguns dos nossos estudantes … (é só clicar na imagem para ampliar).


10 julho 2011

Um longo e feliz Verão




A todos os que nos visitam com genuína amizade e apreço, os desejos de um longo e feliz Verão.
Deixamo-vos com a contra capa do Suplemento ilustrado do “Corriere della Sera” e um passatempo no interior do mesmo datado de Julho de 1929.

08 dezembro 2010

Um passeio a Mafra em 1929


Um enigmático passeio a Mafra protagonizado pelos cavalheiros da fotografia no dia 13/10/1929.
Há qualquer coisa no seu ar aventureiro que me leva a suspeitar que se tenham metido ao caminho para experimentarem a grande novidade de 1929 – os primeiros autocarros da empresa de viação Mafrense a fazerem a carreira entre Mafra e Lisboa…

06 outubro 2010

Marcos na vida de Emília



Estas duas fotografias, embora distem duas décadas uma da outra, representam a mesma pessoa, Emília. Tiradas em estúdios fotográficos profissionais indicam a vontade burguesa de cristalizar certos momentos na vida de alguém, retirando-os, como dirá Walter Benjamin, do bulício que é a vida moderna. Guardar imagens para a posteridade tornou-se comum desde o século XIX. No entanto, estas aqui representadas datam do primeiro quartel do século XX, a menina do dealbar do século, 1904 ou 1905, a jovem mulher da década de 20. Os estúdios foram preparados para as receber. A fotografia herda a tradição da pintura. Os retratos holandeses do século XVI já faziam acompanhar os seus modelos de objectos quotidianos. Nestes casos, as figuras compõem as suas posturas com uma floreira, para a menina, e com uma mesa, para a jovem. As posições também foram estudadas. A menina apoia o braço, onde descansa a cabeça, na floreira, enquanto a outra mão segura um ramo de flores. Se o gesto feminino é marcado simbolicamente através das flores, o seu olhar embora directo para a câmara revela uma maior maturidade do que a sua idade indicaria.




No retrato da mulher, o corpo apoia-se com as duas mãos sobre a mesa. Embora a imagem seja serena, o seu olhar exala segurança e determinação. O vestuário escolhido para estas ocasiões também é composto por uma série de indicadores significativos. O requinte é comum às duas imagens. A menina tem um conjunto de elementos que marcam a sua origem social e a feminilidade, uma saia de veludo, uma blusa de renda, botins e um laço de cetim nos cabelos. Porém, estes elementos não põem em causa uma certa noção de infância. A saia é larga revelando que ainda criança deve estar livre para brincar. Quanto ao vestuário da Emília adulta a primeira referência é a da moda. A preocupação foi a da estilização de um fato de marinheiro. A saia permite já ver os tornozelos, tal como se usava na década de vinte. Enquanto a cintura deixou de ser marcada para permitir maior liberdade de movimentos às mulheres, questão muito discutida pelos movimentos feministas deste período. O cabelo curto, ondulado, é também uma imagem de época, mas o toque feminino expressa-se no caracol de cabelo que se enrola sobre a testa. A beleza do rosto é salientada pela sombra dos olhos, que atribuem uma palidez igualmente em moda.

22 junho 2010

Festa do Bodo, Azinhaga


Jovem rapariga à porta de casa nos finais dos anos 20. As fitas relacionam-se muito provavelmente com a sua participação nas Festas do Bodo na Azinhaga, Golegã.

08 junho 2010

Um abraço do fundo do coração


A todos os nossos queridos alunos do nono ano que hoje terminaram as suas aulas para brilhantemente se prepararem para os exames de Português e Matemática, o memória com. História deseja o maior sucesso e felicidades. Um abraço do fundo do coração!
(ps- este postal, todo original para a época, tem no verso a data de 1925)

24 março 2009

1926,1927,1929, Elas é que são as heroínas






Os “loucos” anos 20… imaginamos, por acaso, como foi difícil a estas jovens futuras senhoras convencerem os pais de que o Charleston, e o Tango – meu Deus, ai o Tango – não tinham nada de repreensível?
E o cabelo à “garçonne”? A determinação que não deve ter sido preciso perante o olhar atónito e desgostoso das mães… e arranjar alguém que cortasse os enormes cabelos e estivesse ainda por cima a par das modas importadas da altura…
Claro que são “loucos” os anos 20. Mas elas é que são as heroínas…

Foram mesmo "loucos", os anos 20




Entre esta fotografia de finais do século XIX e a outra de 1928… que diferença!!!
Já se sabe que uma é de uma respeitabilíssima senhora e a outra é de uma “estrela” americana.
As artistas sempre foram mais à frente a abrir o caminho e, talvez por isso, quase nunca eram bem vistas.
De qualquer modo foram mesmo “loucos”, os anos 20.

05 março 2009

A altura das calças


O André enviou-nos esta fotografia que intitulou o dia-a-dia nos anos 20, com um p.s. curioso que dizia “preste atenção à altura das calças.” E é verdade.

07 fevereiro 2009

Promessa cumprida


A nonagenária que cedeu a fotografia e é a criança do lado esquerdo da mesma, relatou um drama e uma história de amor, recomendando que não fosse referida nem uma nem outra.
Deixamos aos que nos visitam elementos que podem interessar sem comprometerem a promessa feita:
- uma criança nascida tão longe e que terá adormecido mais do que uma vez com o som do marulhar das águas da baía de Díli e não regressou.
- uma mulher e duas filhas que atravessaram o mundo para não ficarem longe do oficial da Marinha em comissão de serviço em Timor durante um ano. Nos anos vinte…
A senhora, segundo palavras suas, conseguiria voltar ao mesmo sítio e encontrar a casa onde viveu durante perto de um ano.
Não houve coragem de lhe dizer que talvez algumas coisas tenham mudado. Ou que ninguém tem a certeza disso.