28 novembro 2014

Sem título



"Sopas de cavalo cansado" era uma mistura de vinho, pão e açúcar que se bebia sobretudo no campo a fazer de pequeno almoço para enganar a fome e a pobreza. Não é muito difícil de imaginar os efeitos futuros…
Na fotografia que hoje se apresenta, tirada no Porto no início dos anos 70 e da autoria do engenheiro Ricardo Macedo, segundo informação do próprio, a garrafa continha vinho.

(um grande obrigado à professora Sónia Abreu, que nos cedeu a foto e é desde o início grande amiga deste blogue)



23 novembro 2014

21 novembro 2014

Jorge Gomes Vieira - o primeiro árbitro internacional portugês


Vindo de uma caixa de metal antigamente usada pela minha bisavó, encontrei este postal referente ao jogador Jorge gomes vieira.
Jorge Gomes Vieira nasceu a 23 de novembro de 1898 e faleceu a 6 de agosto de 1986. Foi um defesa-esquerdo do Sporting Clube de Portugal. Fez cerca de 200 jogos ao serviço do seu clube de eleição (do qual era sócio desde 1910), sagrando-se seis vezes campeão de lisboa e integrando a equipa histórica que conquistou o Campeonato de Portugal da época de 1922/23
Numa altura em que os grandes jogadores eram convidados para arbitrarem grandes jogos, ele foi um deles, tornando-se o primeiro árbitro internacional português.

                                                                                                                                               Alexandre Azevedo, 9ºC





                                                                                                               



18 novembro 2014

Uma aventura em Tróia nos anos 30


 Esta fotografia, gentilmente cedida pela professora Marina Ferreira, é tão bonita que temos dificuldade em falar dela sem a estragar. Fica entregue ao olhar cuidadoso dos nossos visitantes.



Foi tirada em Tróia nos anos 30, podendo ver-se a então ainda ponte em madeira. Socorremo-nos do precioso arquivo de Américo Ribeiro onde fomos encontrar uma fotografia mais panorâmica da dita ponte e do barco que fazia a travessia desde Setúbal. Uma aventura…

16 novembro 2014

Madalena Iglésias - a marca de um estilo


Ao analisar uma fotografia para o blogue, reparámos que a senhora presente, amiga da minha avó, tinha qualquer coisa de semelhante a uma das grandes artistas da canção portuguesa dos anos 60.
Esta fotografia data de 1963 e foi tirada no Barreiro.

A semelhança, devido ao visual típico da década e, sobretudo, ao cabelo, levou-me a procurar saber mais coisas sobre essa grande artista desses tempos – Madalena Iglésias.


Madalena Lucília Iglésias do Vale de Oliveira nasceu em Lisboa no dia 24-10-1939, estudou canto no Conservatório e Escola do Canto. Aos 15 anos entrou para o Centro de Preparação de Artistas da Rádio da Emissora Nacional.
A sua carreira teve início na televisão e na Emissora Nacional, em 1954, sendo que também se tornou conhecida internacionalmente em Espanha a partir de 1959.
Anos mais tarde, estreou-se no Cinema e interpretou vários papéis para filmes e novelas, tendo sempre continuado, a par disso, a sua carreira como cantora.
Fez várias parcerias famosas, como é o caso das canções interpretadas ao lado de António Calvário.
O seu maior sucesso foi o tema “Ele e Ela”, de 1966, no Festival da Canção.
A sua carreira em Portugal termina no princípio dos anos 70, ao ter emigrado para a Venezuela, onde chegou a ter um programa de televisão próprio e onde recebeu o Bolívar de Ouro, uma condecoração especial concedida a artistas estrangeiros excecionais.
Gostei bastante desta sua afirmação: “As carreiras têm que começar por baixo. Qualquer tipo de trabalho onde não se labuta, e a pessoa não sofre reveses, essa carreira não dura”

 Daniel Alves, 9ºD

11 novembro 2014

Um grande susto

Eugénio Dias era um pacato agente de seguros e lojista.
Um dia, durante a II Guerra Mundial, ao sair da loja de que era proprietário na baixa lisboeta, foi perseguido por várias pessoas aos gritos de “Agarrem, agarrem que é o Hitler!”.
Tinha acabado de ser confundido com o ditador alemão devido a semelhanças físicas e mal teve tempo de se esconder na entrada de um prédio cuja porta, por sorte, se encontrava aberta.
Esta história, verídica, pregou um grande susto ao meu bisavô.

Cláudia Monteiro, 9ºA

07 novembro 2014

Esgrima a sério


É engraçado ver como a esgrima em 1893 se diferenciava tanto da de hoje em dia. Atualmente a esgrima é praticamente um jogo  eletrónico e naquela altura sim, acho que se podia considerar um desporto, perigoso até, porque as roupas quase não tinham proteções.

                                   Pureza D`Orey, 9ºD

03 novembro 2014

Duas avós


Duas fotografias de duas avós em novinhas .

 A primeira, do Miguel Pato do 9ºD, data dos anos 50.
 A segunda, mais novinha ainda, data dos anos 40 e foi cedida pela Cláudia Monteiro, do 9ºA.