26 outubro 2014

Rua de Luanda nos anos 60





 Esta fotografia, pesquisada pela Catarina Amaro, do 9ºE,despertou-nos desde logo a atenção graças aos marinheiros e ao “carocha” estacionado numa rua de Luanda nos anos 60.
Lá ao fundo, no topo do edifício, o anúncio à SACOR fez-nos encontrar este outro, publicado no Jornal do Exército n.º 1, em Janeiro de 1960 e obtido aqui .  De qualquer forma, só em  Fevereiro de 1961, com a revolta em Luanda, com os ataques à Casa de Reclusão, ao quartel da PSP e à Emissora Nacional, se considera o início da luta armada em Angola.



Catarina Amaro, 9ºE

23 outubro 2014

Aprendendo a nadar - 2


Fiquei feliz por te lembrares perfeitamente que foste tu com os teus braços que me ensinaste a nadar. Já nem para mim é importante saber se tenho quatro ou oitenta e nove anos. Verdadeiramente importante é passado tanto tempo termos aprendido de novo a importância dos braços.

(para o meu pai, que aparece nesta fotografia tirada em Tróia, nos anos 60, a ensinar-me a nadar.)

16 outubro 2014

Descubra as diferenças .4


 A partir deste postal antigo reeditado, a Madalena aceitou o desafio “descubra as diferenças” e partiu à procura de uma fotografia atual.



Palácio do Salinas*1 / Casa do Povo de Azeitão / Centro Infantil Sebastião da Gama
“séc. 19, finais / séc. 20, início - o palácio é utilizado como teatro (Theatro Club Azeitonense), clube e hotel; 1888 - actuação de célebre Taborda na Sala do Teatro; 1904 - o palácio é vendido a Francisco Bruno de Miranda; 1911 - a orientação do teatro está a cargo das Doutoras Maria Cândida Parreira e Laura Chaves; 1912 - o palácio entra na posse de D. Amélia Augusta de Miranda, esposa daquele; 1918 - a orientação do teatro está a cargo de António Bastos; 1933 - o palácio entra na posse das sobrinhas de Francisco Bruno de Miranda, as irmãs Miranda Barbosa; 1940 - o palácio é adquirido por Dr. António Porto Soares Branco que o cede para ser utilizado nas instalações da Casa do Povo de Azeitão; 1947 - o palácio passa por obras de reconstrução e adaptação a casa do povo, construindo-se a varanda na fachada norte do edifício; séc. 20 - é utilizado como infantário.”
 

Madalena Pires, 9º E

13 outubro 2014

Foto de estúdio com um toque tropical


O meu avô numa fotografia de estúdio, tirada na “Foto Color” em Setúbal, nos anos 40.
                                                                                                            Miguel Pato, 9ºD

08 outubro 2014

A "Sorte Grande"


Este documento foi provavelmente uma das melhores coisas que já aconteceu ao meu pai – a “Sorte Grande”.
Nele vemos que tinha sido apto para ir para a tropa, sendo a data do documento de 15 de março de 1974. Felizmente, um mês e pouco depois deu-se o 25 de Abril e ele livrou-se do serviço militar e mais que provavelmente da Guerra Colonial.

Diana Mota, 9ºE

03 outubro 2014

Memórias da primária

Estas fotos são dos meus pais na escola em 1975. A minha mãe na escola primária de Sesimbra e o meu pai na escola primária de Aldeia de irmãos.

Destas fotos ambos relembram os quadros de ardósia, o giz.

O pior que o meu pai recorda é a régua de madeira, na altura ainda usada.

A minha mãe recorda a constante mudança de professora devido à instabilidade da escola após a revolução dos cravos
Inês Carvalho, 9º C

01 outubro 2014

Casal de namorados, Castro Daire, anos 30


Uma fotografia tirada em 1935, em Castro Daire e onde aparecem os meus bisavós maternos, ambos trabalhadores rurais e na altura ainda namorados.
A foto foi cedida pela minha avó, Maria Lourdes Carneiro.


Daniel Alves, 9ºD