28 fevereiro 2011
"...sob a direcção da classe operária"
Sorrio ao olhar para esta minha fotografia tirada na escadaria da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa nos idos 1980 ou 81 – sou o estudante lá atrás com um cabelo que parece um cocker.
Encontrei uma igual num blogue criado especialmente por ocasião de um jantar comemorativo dos 25 anos dos finalistas do curso de História de 1982 - http://passado-passado.blogspot.com/
Seis ou sete anos depois da revolução de 1974 ainda se podia ler numa das paredes: “Estudantes ao lado do Povo sob a direcção da classe operária”.
As coisas mudaram um pouco, não?
23 fevereiro 2011
Algures a sul, na memória.
Esta fotografia podia ser de uma parte antiga e popular de uma cidade portuguesa qualquer, um beco com casas e vizinhos algures a sul.
O que a torna curiosa é ter sido tirada em Luanda em 1951. Como se esta arquitectura improvisada fosse buscar inspiração à memória, ou à saudade, o que neste caso é quase a mesma coisa.
17 fevereiro 2011
Timor, 1961
Sem guerra à espreita, como acontecia noutras latitudes do "Ultramar português", os militares que tiraram esta fotografia em Timor em 1961, aproveitam para afogar a saudade e a distância neste bar cujo mobiliário e seu design é, a par da decoração de interiores - neste caso de exteriores - , um hino à sobrevivência de uma certa portugalidade que vai desaparecendo...
13 fevereiro 2011
Festas da Alta Burguesia

Nesta fotografia podemos observar os convidados de uma festa, vestidos de acordo com a moda dos finais do século XIX, início do século XX, realizada no palacete de campo da minha trisavó, situado numa zona rural perto da Guarda. Este tipo de festas palacianas era muito comum para os membros da alta e média burguesias, constituindo um dos principais divertimentos da época.
Daniel Vaz 9ª E
07 fevereiro 2011
Uma refeição atribulada...

Virgílio Guardião da Silva.
Enquanto estava a cumprir o Serviço Militar, houve um dia, à hora do almoço, que o batalhão estava todo sentado à mesa, então o meu bisavô reparou que no prato dele estava um rato que ele tapou com a massa, não comendo o resto da sua refeição. Esperou que todos comessem e saíssem, depois foi falar com os superiores, informando do que se tinha passado. Ficaram todos muito agradecidos pelo meu bisavô não ter provocado um levantamento de rancho, pois era isso que iria acontecer se ele tivesse falado do que viu ao resto do batalhão. O meu bisavô recebeu um mês de licença e passou a comer com os superiores a melhor comida, como recompensa pela sua boa acção.
Alexandre Serôdio 9ºE
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