21 dezembro 2009

Uma sugestão de Natal



“Existe uma grande diferença entre os brinquedos de hoje e os de antigamente, como se vê na fotografia. Este brinquedo, dos anos 60, foi feito à mão e com materiais encontrados na rua. Desta forma dava tanto prazer a quem o fazia como a quem o usava. Ao contrário de hoje, a infância era passada na rua” escreveu o Diogo Aguiar do 9ºB que também nos encontrou a foto. Tirada em Luanda em 1963.

Também por cá, Diogo, a rua era o nosso reino…os berlindes, os carrinhos de rolamentos artesanais…as trotinetes…ai meu Deus as trotinetes de madeira feitas sob a orientação de um tio com mais paciência e desejoso de as experimentar também…e as quedas… orgulhosas feridas de “guerra”, é o que eram…
jmv

Um feliz Natal para todos

20 dezembro 2009

Um frio antigo,de Natal.



Com este tempo frio, um frio antigo de Natal, diga-se, esta fotografia faz-nos viajar no tempo e, para alguns, na própria alma.
É o meu caso. Descobri uma antiga fotografia onde eu e um dos meus irmãos aparecemos com dois gorros idênticos. E o que se discutia…quando não era possível encontrar dois iguais…
Porque será que suspeitamos que com as meninas e os seus ponchos tão ao gosto dos anos 70 se passaria algo de parecido?
jmv

16 dezembro 2009

Mais dois bólides





Mais dois extraordinários bólides para a nossa “colecção”… sem estruturas almofadadas, travões, suspensões, molas… e sobrevivia-se…pasme-se.
jmv

02 dezembro 2009

Metralhadoras e mata-borrão




No ano lectivo anterior, falávamos nós do novo armamento utilizado na Grande Guerra (tanques, aviões de combate, gases tóxicos, metralhadoras…) e do facto incontornável de ter sido a primeira guerra motorizada, quando devo ter feito um aparte qualquer do género «com tanta velocidade e depois para assinarem as ordens sopravam e passavam mata-borrão».
Despertou-me a atenção a cara espantada de um aluno. Vim a apurar que a expressão mata-borrão o deixara confuso porque não percebia que arma era.
Explicado o facto -agora extraordinário- de semelhante utensílio ser indispensável à escrita com aparo e tinta “verdadeira”, ficou prometido que colocaria aqui uma foto com o extravagante objecto logo que aparecesse. Bem, aqui está. Como nunca mais aparecia descobri um e fotografei-o eu. Abraços.
jmv